quarta-feira, 29 de julho de 2009

ABANDONADA NO ALTAR


http://www.discoverybrasil.com/homeandhealth/relacoes/casamento/abandonada-no-altar/

Ser abandonada no altar é uma verdadeira catástrofe que pode acontecer por diversos motivos.

O que fiz para merecer isso?

Ser abandonada no dia do casamento não só lhe causará uma terrível dor de cabeça e um sofrimento imenso, como também pode gerar um pesadelo financeiro.

As pessoas que foram abandonadas no altar sentem uma esmagadora sensação de irrealidade. Tentam racionalizar o que aconteceu e acreditam que deve existir alguma razão, além de um sentimento real de confusão e incredulidade. Sentem-se fracassadas e começam a se perguntar: "por que eu?" ou "a culpa é minha?". Muitas vezes estas pessoas se sentem como mercadorias defeituosas que foram deixadas de lado.

Explicações tardias

Existe alguma boa razão para alguém deixar o noivo sozinho no altar?

Algumas vezes as razões são práticas, como por exemplo, a pessoa descobre que sofre de uma doença grave e sente que não pode sustentar o casamento, mesmo amando o seu futuro esposo(a). Em outros casos, a pessoa pode ter tido dúvidas durante um tempo, mas não teve coragem de abordar o assunto. Todo o processo do casamento parece ter vida própria, e freqüentemente muitas pessoas sentem que não podem saltar do trem quando está em movimento.


O medo do compromisso ou a simples e pura covardia são outros sentimentos muito humanos que fazem com que a pessoa desista de um casamento. Muitas vezes, quando uma pessoa começa a ter dúvidas, sua família e amigos tendem a dizer que esse medo não é tão importante e que é somente um estado de nervosismo frente a um grande evento. Quando a pessoa sente que suas preocupações não são levadas à sério, deixará o tema para o último momento e então não terá outra opção a não ser fugir.

Sobreviventes do naufrágio

Nem todo mundo considera isso uma grande catástrofe. Algumas noivas, por exemplo, decidem partir mesmo assim para a sua viagem de lua-de-mel e outras continuam com a festa e terminam a noite dançando junto com os 250 convidados ao som de "I will survive", de Gloria Gaynor. Outras pessoas são suficientemente compreensivas para perdoar esse abandono e se consolam com o fato de que o noivo(a) deve estar sentindo muita vergonha e arrependimento.

terça-feira, 28 de julho de 2009

O branco do vestido de noiva


Maria Zeli é estilista, consultora de moda e diretora da Maison Maria Zeli (www.mariazeli.com.br)

Foi a partir do século XVIII que, no Ocidente, o vestido de noiva passou a ser branco para simbolizar a virtude e a pureza da noiva.

A cor branca se popularizou após o casamento da Rainha Vitoria, em 1840, quando ela ousadamente escolheu essa cor para o seu casamento, o que não era comum na época. O branco, então, passou a ser mais usado pela burguesia (classe alta), mas a partir do século XX essa cor foi adotada por todas as classes sociais.

Até o século XIX a grande maioria dos vestidos era de diversas cores. Apesar de algumas tradições serem inalteráveis no decorrer dos séculos, o branco de vestido de noiva não é um costume tão antigo assim!

A escolha do vestido é a tarefa mais difícil que a noiva tem a fazer! Ela pode optar por um vestido comprido branco, com cauda ou não, ou um modelo curto mais moderno....

Pode ser um vestido clássico, romântico ou minimalista, conforme a personalidade dela. A escolha do vestido também é feita de acordo com a formalidade do casamento, a estação do ano e o horário da realização da cerimônia. A escolha do tecido também segue a mesma regra.

Sentir-se bonita como nunca é fundamental para tornar o dia do casamento o mais feliz da vida. O importante é se sentir bem, mas as tendências de moda também entram em questão na escolha do modelo, aliada à análise do tipo físico da noiva.

O vestido de uma noiva é a transformação do sonho em realidade!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Mais um vídeo com os noivos e padrinhos fazendo uma apresentação - muito legal...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

JK Wedding Entrance Dance

Our wedding entrance dance to Forever...yeah, forever. It took place at a Church in Saint Paul, Minnesota.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

DICAS PRÁTICAS PARA RESOLVER INCONVENIENTES


Previna os inconvenientes que podem transformar o seu casamento em um desastre.


Certifique-se em estar de acordo com o seu parceiro sobre cada aspecto do casamento

- Trate de reservar os serviços com antecedência, para depois não ter que se conformar com segundas opções.
- Ao escolher os fornecedores, assegure-se de contar com referências de outros clientes.
- Faça um orçamento e respeite-o. Guarde sempre 20% do valor total como fundo de reserva para cobrir qualquer gasto inesperado.
- Se você pretende cotar o custo com os convidados, resista à tentação de gritar aos quatro ventos que você vai se casar. Informe somente aos amigos mais íntimos até estar seguro de quem você vai convidar.
- Criar uma lista de convidados requer tato, poder de negociação e compromisso. Algumas pessoas podem ser convidadas para a recepção, outras para o jantar.
- Convide os amigos que não puderam comparecer no dia para assistir o vídeo da festa.


Delegue tarefas concretas aos membros mais intrometidos

Assim eles se mantêm ocupados e não poderão interferir em outras áreas.
- Considere contratar os serviços de um organizador de casamentos. Estas pessoas podem resolver as situações mais estressantes e, se alguma coisa sair errada, você pode colocar a culpa nele.
- Faça todas as reservas por escrito e guarde todos os recibos de pagamentos adiantados.


A situação familiar é complicada?

- Se há padrastos e madrastas, decida o quanto antes quem conduzirá a noiva ao altar. Você pode se esquivar do problema pedindo a um amigo próximo que anuncie a decisão para os envolvidos, em vez de correr o risco de ofender os seus familiares.
- Reserve um tempo para refletir sobre a distribuição das mesas para os convidados, evitando um conflito na festa. Tradicionalmente, os pais se sentam à mesa principal, mesmo que estejam separados, divorciados ou casados novamente.
- Outro potencial terreno perigoso é a escolha dos padrinhos e madrinhas de casamento. Dê tarefas úteis aos candidatos que não forem selecionados, como por exemplo, as organizações das despedidas de solteiro.
- Por último, mas não menos importante: defenda os seus gostos e lute para conseguir o que deseja.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Buquê - Um acessório lindo

Qevento - Informações, Produtos e Serviços para o seu Casamento

http://www.qevento.com.br/categorias/buque-de-noiva.asp?id=Buqu%EA

Natural ou não o buquê-de-noiva muito mais que um elemento da cerimônia, compõe junto com o vestido e outros acessórios o traje da noiva, realçando sua beleza e personalidade.

Dentre os cuidados especiais na sua escolha deve-se levar em conta além do tom das flores (que deve ser diferente dos tons da ornamentação, realçando o buquê), o formato e o comprimento que devem ser adequados ao biótipo da noiva.

A origem do buquê vem da idade média quando durante o trajeto de sua casa até o local onde seria realizado o casamento a noiva recebia flores de todos os que a acompanhavam, chegando ao local da cerimônia com uma braçada de flores.

Ele vai ser disputado por todas, até porque isso é uma tradição. Ao jogá-lo no momento da despedida, a noiva reparte com os convidados num gesto generoso, a sua felicidade.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Tradição das noivas é renovada na alta-costura de Paris



http://gnt.globo.com/Estilo/Materias/Em-meio-a-grave-crise--Lacroix-desfila-alta-costura-em-Paris.html

Se ainda há luxo nas temporadas de moda, com certeza ele está nas noivas da alta-costura que, como tradição, fecham cada desfile. Na última temporada em Paris, que terminou nesta quarta (08), não foi diferente.

Mesmo Christian Lacroix (foto), que teve uma coleção bem discreta – em meio a uma profunda crise – abriu uma exceção para elas. A sua é colorida, barroca, com flores aplicadas e um arranjo de cabeça que a faz parecer uma santa. Foi fortemente aplaudido. Josep Font mergulhou no passado e aplicou flores coloridas no vestido matrimonial.

Na alta-costura 2009 os comprimentos foram subvertidos. Jean Paul Gaultier revelou uma noiva futurista, com um minivestido de babados e meias longas. Babados e curtos também estiveram na Chanel (foto). Dior revelou um vestido longo, com uma cauda farta.

Mas também houve espaço para os clássicos, secos e ajustados e com saias fartas. Em Givenchy, Ana Claudia Michels (foto) exalava pureza e um grande véu que a cobria inteiramente, em uma coleção com inspiração no Oriente Médio.

E para quem acha que o casamento só comporta o branco, um pouco de história: nem sempre foi assim. Na Idade Média, por exemplo, elas usavam vermelho. O branco só se tornou costume no século 19.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Um funeral e um casamento - a moda, os códigos e gente que não cresce







Alô, Chics! Vendo o funeral-show de Michael Jackson, na terça-feira (07.07), não pude deixar de me lembrar do casamento dele com a filha do Elvis Presley, Lisa-Marie, em que todos os padrinhos do altar (e eram muitos, contando com Lisa Minelli e Elisabeth Taylor) estavam de preto, porque assim os noivos haviam querido.

A cena lembrava muito mais um funeral às antigas do que um casamento. Pois na despedida dele, a cena era quase a mesma - só que desta vez o astro não estava presente.
Antigamente, existia a moda do luto. Durante meses, a família do morto usava só preto, o chamado luto fechado. Depois, aos poucos, ia introduzindo um branquinho, um cinza, e passava para o luto aliviado. Só um ano depois do acontecimento a viúva e os filhos voltavam a usar roupas coloridas ou esportivas. Essa prática durou até os anos 1950; depois, foi se tornando mais leve e se perdendo no tempo, embora algumas religiões ainda a pratiquem.

Não se espera mais que alguém use preto total num enterro, nem mesmo numa missa de sétimo dia. No entanto, algumas delicadezas ainda se fazem com a família, como a de não aparecer usando cores alegres e fortes, ou vestida como se estivesse indo a uma festa ou para a academia.

Falando em rituais e cerimônias, outro evento que chamou a atenção por estes dias foi o casamento do jogador de futebol Pato e Stephany Brito. Enquanto Michael Jackson e Lisa-Marie Presley escolheram o preto para subir ao altar, os pombinhos brasileiros combinaram ir de branco total – os dois. E lá vieram eles, lindinhos e infantilizados, vestidinhos de branco como um casal de bolo.

Será que essa gente não cresce? Que mulher pode achar graça em se casar com um soldadinho de chumbo todo de branquinho, como se fosse uma criancinha fazendo sua primeira comunhão?


Beijos,

Gloria Kalil

segunda-feira, 13 de julho de 2009

A Cor Branca do Vestido da Noiva


http://www.guiadecasamento.com.br/

Você sabia que a cor branca do vestido de noiva só foi popularizada no século XVII, na Inglaterra, através da rainha Vitória em sua união com o primo, o príncipe Albert? Um fato curioso deste casamento foi que a noiva que pediu o noivo em casamento, pois naquela época não era permitido fazer um pedido desses a uma rainha. Então ela não teve outra alternativa a não ser pedir o príncipe em casamento.

E esta moda da cor branca no vestido de noiva lançada por ela permanece até os dias atuais. Antes disso, especialmente na Idade Média, não havia cor específica para a cerimônia - a cor mais usada era o vermelho. O vestido branco acabou se tornando o preferido, por simbolizar a castidade e a pureza da noiva.
Na Grécia e em Roma existem relatos de que as pessoas usavam roupas brancas em celebrações importantes, como o nascimento e o casamento, além do vestido de noiva.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Combinar a roupa dos padrinhos garante harmonia no altar



http://www.noivaspb.com.br/materias.php?codigo=39&&pageNum_materias2=0

O nível de padronização depende da intimidade que os noivos têm com os casais, mas as madrinhas devem ficar mais à vontade

Aline Oliveira

Nove meses antes do casamento é o tempo ideal para fazer o convite formal para os casais que os noivos escolheram como padrinhos. Mas é depois disso, com os convites aceitos e da comemoração por terem sido eleitos para este papel tão especial, que surge na cabeça de padrinhos e madrinhas uma dúvida cruel: “com que roupa eu vou?” Os noivos até podem interferir nesta decisão, mas é preciso ter intimidade com os eleitos para isso. De qualquer forma, algumas dicas podem ajudar a resolver este problema e garantir uma harmonia estética no altar durante a celebração.

Como os trajes formais masculinos são, naturalmente, quase padronizados e muito mais simples, com os homens a solução também é fácil. Basta pedir que eles vistam ternos escuros – azul ou preto, você decide – e camisas brancas por baixo. A partir daí, os noivos podem sugerir a padronização da cor das gravatas, o que já é suficiente para garantir a almejada harmonia.

Uma solução possível é alugar apenas as gravatas iguais, que também podem ser compradas pelo noivo para presentear os padrinhos. O presente, além de padronizar, ainda é bastante delicado, uma forma de carinho. É preciso considerar também que a padronização deve se estender aos pais e, claro, ao noivo. E também é possível indicar uma loja de aluguel que tenha os modelos escolhidos, mas só se houver muita intimidade.

Já com as mulheres, a definição segue um caminho um pouco mais complicado, já que pouca gente ousa definir um mesmo modelo para todas as madrinhas. Além disso, interferir na escolha do traje de uma mulher é complicado porque isso deve levar em consideração gostos diferentes – e também os tipos físicos diferentes entre as eleitas.

Evitar repetir cores já ajuda
O que pode ser feito, pelo menos, é conversar sobre as cores escolhidas para evitar repetições na hora da cerimônia, uma iniciativa que pode partir da noiva, ou das próprias madrinhas, se elas tiverem proximidade suficiente para isso. De qualquer forma, as madrinhas devem saber de uma regra fundamental: elas são personagens importantes para a celebração e seu visual merece uma atenção a mais, um vestido mais trabalhado e penteado e maquiagem mais cuidadosos.
De acordo com os profissionais especializados em trajes para festa, alcançar algum tipo de padronização ajuda também no trabalho dos fotógrafos e da equipe do cerimonial, que nem sempre conhece os padrinhos, mas precisa se dirigir a eles para dar as instruções do ritual e colocar as lapelas nos ternos. Afinal, esta harmonia garante que os noivos terão fotos lindas.

A estrela é a noiva
Mesmo com todas estas recomendações para os noivos, é interessante também quando os padrinhos e madrinhas tomem a iniciativa de conversar sobre o assunto. A situação ideal é quando os casais se conhecem e podem combinar entre si seus trajes.

De qualquer forma, eles não podem esquecer um detalhe importante: a estrela da cerimônia é a noiva e, portanto, ninguém pode brilhar mais do que ela. Assim, o branco – ou qualquer cor que se aproxime dele, como os beges e pratas – são proibidos para madrinhas.

Outros detalhes a serem considerados por serem muito importantes são o horário e o estilo de casamento para ninguém destoar do ambiente – nem para sofisticado demais, nem para casual demais. E claro, o tipo físico da madrinha deve ser fundamental na hora de eleger o modelo, de forma a valorizar pontos fortes e disfarçar aqueles defeitinhos detestados.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Bem-vindo


http://vestidadenoiva.com/bem-vindo


Vai receber muitos convidados de outras cidades para seu casamento e todos ficarão num hotel? Eu acho muito simpático os noivos deixarem um kit de boas vindas para os convidados. Já que eles vieram de outra cidade/ país para prestigiar seu casamento, você pode ser mais atenciosa com estes. Com certeza causará uma primeira grande impressão do seu evento!

Não precisa ser nada caro, use a criatividade. Se mora em alguma cidade turística, como Rio de Janeiro ou Foz do Iguaçu, pode ser alguns postais da cidade, um livro de fotos, ou um guia.

Pode ser também algum doce típico da sua cidade, uma caixinha de chocolate, guloseimas que todo mundo gosta.

Junte com um bilhetinho seu indicando os melhores restaurantes e passeios perto do hotel.

Amarre num saquinho bonitinho, com um cartão de boas vindas. Peça para o gerente do hotel deixar no quarto de cada hóspede convidado da festa.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O Bem Casado continua sendo o rei da festa

arquivos/bemcasados.jpg

Mesmo já sendo encontrado em muitas versões de sabores ou embalagens, o doce original mantém a tradição de ser um símbolo de felicidade e amor eterno

O que um doce feito de pão-de-ló pode ter de tão especial para se tornar um ícone da celebração do casamento? A tradição histórica e, claro, um bom recheio de doce de leite e cobertura de açúcar de confeiteiro, tudo isso guardado em um embrulho caprichado, arrematado com fita de cetim da cor do buquê da noiva. O bem casado é um item quase indispensável numa festa de casamento e o mito garante: saboreá-lo após fazer um pedido é garantia de ser atendido e viver a mesma felicidade dos noivos. Envolto em muitos mitos, temperados com uma pitadinha de gula, o doce voltou à moda e ganha outros espaços, embalagens e, quem diria, até sabores.

O bem casado é um doce tipicamente português que chegou ao Brasil junto com família real como uma iguaria exclusiva da realeza, mas não demorou muito para se popularizar e ganhar o paladar dos plebeus. Aquela era uma época de populações pequenas e grandes desafios de desenvolvimento, que necessitavam de uma aceleração no crescimento populacional – as pessoas precisavam se casar e ter mais filhos para que o país crescesse junto. Para incentivar os jovens a se enamorarem e buscarem formar uma família, o bem casado (delicioso a cada mordidinha e cheio de simbolismos) era uma estratégia de popularizar a idéia do casamento como uma decisão tão prazerosa quanto o doce.

Ao longo do tempo, o bem casado passou por mudanças e se reinventou: virou biscoito (duas bolinhas unidas por goiabada) e docinho (duas bolinhas de doce de leite condensado, uma branca e outra preta, grudadas por umas fatia de cereja), mas também ganhou outros sabores. Afinal, já é possível encontrar no mercado bem casados sabor chocolate com recheio de brigadeiro ou de trufa de framboesa ou sabor pistache com recheio de framboesa. Apesar das inovações, no entanto, a tradicional combinação de pão-de-ló com doce de leite nunca saiu de cena nem perdeu a coroa – continua sendo a preferida dos noivos e o rei da festa.

Doce representa cumplicidade e respeito
Para os povos antigos, o bem casado resumia simbolicamente a predestinação do homem e da mulher para se unirem e ficarem juntos para sempre, com base na crença cristã de que Deus criou Adão e depois Eva para que não fossem duas pessoas, mas, juntas, se tornassem uma só. Ele representaria duas partes que se unem e são seladas pela cumplicidade e respeito mútuo – o que se deseja que seja o cotidiano da família que acaba de se formar.
O doce se tornou tão popular que também já ganhou versões para ser distribuído em outras ocasiões, principalmente entre as visitas a um recém nascido – e, por isso, foi rebatizado de bem nascido. Mas festas de 15 anos também já aderiram ao bem casado – seriam os bem crescidos. E, independente da simbologia, o doce faz sucesso em qualquer ambiente, mesmo que seja servido apenas como sobremesa de um jantar ou almoço em família.

Embalagem depende da criatividade
Para levar sorte para os convidados, mas também para eles mesmos (já que distribuir bem casados na festa de casamento pode trazer sorte e felicidade, de acordo com a simbologia), os noivos devem garantir dois bem casados para cada pessoa, um número que é considerado de bom tamanho. Mas se a distribuição só for feita na hora da saída, como lembrança, basta contar um para cada, sem esquecer jamais as crianças. Cada bem casado custa entre R$ 1,50 e R$ 3,00.
No quesito embalagens, a escolha vai depender apenas da variedade oferecida pela doceira e a criatividade (ou ousadia) dos noivos, já que o modelo original (embalagem de papel crepom branco e fitinha da cor do buquê da noiva) não é mais uma regra. Há, inclusive, quem inclua flores, cristais e até jóias, como terços de prata, ou que distribua os doces dentro de caixinhas.

Prioridade para a qualidade
Mas o mais importante de tudo é a qualidade do doce que será oferecido aos convidados, já que de nada adianta uma embalagem linda se o conteúdo não estiver à altura. Por isso, é sempre importante marcar uma degustação do produto se os noivos ainda não conhecem o trabalho da doceira. E procurar referências com outras noivas não é um exagero, já que é preciso ter bastante confiança no serviço contratado.
Outro detalhe que merece atenção: o prazo de validade do bem casado é relativamente elástico, mas o ideal é que ele seja consumido dentro de três dias, guardado fora de geladeira. Se sobrarem alguns e os noivos quiserem guardar para saborear depois, na geladeira, ele resiste dez dias depois de feito sem precisar de recipiente específico. No freezer, a durabilidade chega a seis meses se guardado dentro um recipiente vedado. Para comer depois, basta tirar do freezer e esperar pelo menos 30 minutos – e relembrar o doce sabor da festa.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Manual do beijo


Ritmo, química, encaixe, o que está por trás de um beijo bom?

Por Redação • 23/06/2009

http://msn.bolsademulher.com/amor/materia/manual_do_beijo/84527/1

Beijar é muito bom. Apaixonada, ainda melhor. Sem paixão, com tesão, por que não? Tem beijo doce, beijo faminto, beijo-mordida, molhado também, tem beijo até pra selar amizade, o famoso "selinho". Tem os inesquecíveis, os surpreendentes, os que foram roubados e os que nos deixamos roubar. Tem beijo proibido, beijo ousado, beijo-tabu, beijo lambuzado. A gente quer todos e quantos mais inventarem. A gente quer inventar. E beijar. Você já beijou alguém hoje?

Conversamos com especialistas no assunto e reunimos dicas para você mandar superbem. Porque se o rosto é o cartão de visita, o beijo, meu bem, é a visita em si.

- Olhos fechados ou abertos

"Se estiverem fechados, você concentra a sua atenção mais na sensação do beijo, na boca. Se estiverem abertos, você aproveita para trocar energia também pelo olhar. Então, a escolha é sua, mas o que não vale é beijar olhando para os lados" - Sérgio Savian, especialista em relacionamentos amorosos.

- Explore o ritmo dele

"Vale morder, sugar, roçar... O legal é explorar a boca e são tantos os movimentos que precisaríamos de uma página inteira para demonstrá-los, mas dois são bastante interessantes: experimente roçar lentamente a língua no céu da boca no momento do beijo. Outro é contornar os lábios dele com a língua, lentamente, e, logo depois, beijá-lo profundamente.

Descubra o ritmo dele e imponha o seu também. Deixe ele comandar alguns movimentos, siga-os e, depois, vá fazendo os seus próprios. Um bom beijo é assim, feito por duas pessoas. Outra dica é usar a sua respiração para deixar o cara entusiasmado. Quando estiver no meio do beijo, respire com força e profundamente. Então, estreite-o mais ainda nos seus braços" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".

- Use as mãos a seu favor

"As mãos fazem parte de um bom beijo. Enquanto você beija, pode fazer carinho nos cabelos dele, no rosto etc" - Sérgio Savian, especialista em relacionamentos amorosos.

- Mão-boba

"Se você não quer a 'mão boba', o ideal é deixar seus braços caírem na lateral de seu corpo e segurar as mãos do outro com delicadeza, fazendo carinho e guiando-as para as áreas de seu corpo onde gostaria de senti-las. Por exemplo: pode guiá-las para a sua cintura ou para as costas. Mas tudo com jeitinho!" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".

- Em que lugares os homens gostam de receber beijos e mordidinhas?

"Isso depende muito, mas, em geral, beijos no pescoço, nas orelhas, nas têmporas, na testa, no nariz e até nos olhos são excelentes complementos para o beijo na boca. Ainda assim, alguns podem estranhar, então a minha dica é ir beijando lentamente essas outras áreas, sem pressa, para que você possa sentir se ele está gostando ou não" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".

- Beijar chupando bala

Já experimentou com balas de menta ou anis? Coloque na geladeira e ofereça para o seu bem. Depois, grude-se nele, claro. Você não vai nem lembrar que existem calorias. "Sim, é totalmente válido! É até legal você compartilhar com a pessoa a bala, frutas, mel, chocolate, gelo... É divertido introduzir um elemento surpresa no beijo, seja ele um doce, uma técnica ou um jeito diferente de beijar" - Pedro Paulo Carneiro, jornalista, autor de "Dossiê do Beijo: 484 Formas de se Beijar".


- Batom: ame-o ou deixe-o

"Ajuda a ficar com a boca bonita, atraente. Mas pode atrapalhar porque se espalha pelo seu rosto e pelo rosto dele" - Sérgio Savian, especialista em relacionamentos amorosos. Entre quatro paredes, tudo bem. Em público, é bom tirar o excesso e, se possível, passar só um gloss. Você não vai querer deixar o seu gatão com a cara do Coringa, do Batman, vai? Caso a resposta seja afirmativa (mázinha, você, hein?), leve um lencinho umedecido na bolsa. Ele vai adorar a sua gentil preocupação com o bem-estar dele.

A química

O que dizem dela é que: ou bate, ou não bate. Há estudos científicos tentando desvendá-la. E até matérias em revistas femininas (com a nossa!) abordando o tema como se fosse a oitava maravilha do mundo. Com o beijo não é diferente. Ou encaixa, ou não encaixa. "Imaginem só um beijo sem língua. Pois é, o famoso 'beijo francês' de beijo não tem nada, é mais técnico, porque eles não usam a língua. Uma vez beijei um parisiense e foi super sem graça, foi oco, vazio, um horror. O cara chegou a comentar que o meu beijo era diferente e achei muito engraçado. Lógico, né? Eu usava a língua e ele não!", ri Andréia B*, 20 anos. "Mais tarde, descobri que, para os estrangeiros, beijo é coisa muito íntima. De língua, então, nem se fala! É coisa de namorado mesmo", conta.

Treinava o beijo sozinha, no azulejo do banheiro, tentava pegar gelo dentro do copo com a língua e coisas assim

A questão vai muito além da nacionalidade. O beijo depende de cada pessoa. "Não existe esse negócio de beijo bom e beijo ruim. Existe beijo que encaixa e beijo que não encaixa, pura química, só isso. Tem beijos que, de primeira, não são tão bons e, depois com o tempo ficam excelentes. Quando você gosta da pessoa, você se acostuma, aí cada um adapta naturalmente a sua forma de beijar e rola o encaixe", diz.

Cláudia Felício, jornalista, autora de um livro voltado ao público adolescente "Tudo sobre meninos... para meninas" (Editora Planeta Jovem) assina embaixo da 'teoria quebra-cabeças' de Andreia. "É tudo uma questão de encaixe mesmo. Às vezes o cara quer beijar rápido e amulher curte um beijo mais lento. Às vezes é do tipo "língua de manivela" e a parceira prefere beijar de outro jeito ou vice-versa. O beijo bom é aquele no qual se chega a um acordo no jeito, no ritmo de beijar, nos carinhos", afirma Cláudia.

O treino

Hoje em dia, ela acha engraçado, mas quando era mais nova a autora Cláudia Felício já treinou muito. "Treinava o beijo sozinha, no azulejo do banheiro, tentava pegar gelo dentro do copo com a língua e coisas assim. No entanto, acho que isso não adiantou nada. No meu primeiro beijo, quando fui chegando perto do garoto, foi me dando aquele medo de não mandar bem. E depois que nos beijamos foi tudo tão diferente do que eu tinha combinado com o azulejo do banheiro!", brinca Cláudia. Fica a dica: o melhor é treinar ao vivo!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Os 10 mandamentos do homem casado


Com esta sensível e bem-humorada versão dos dez mandamentos, o jornalista e poeta FABRÍCIO CARPINEJAR* dá um recado aos homens.

http://www.noivaspb.com.br/materias.php?codigo=18&&pageNum_materias2=2


1. NÃO TERÁS OUTRAS DEUSAS DIANTE DE TI
Você, como a maioria dos homens, encontra uma colega de trabalho, percebe imediatamente que ela mudou o cabelo e a elogia. Mas, quando é a sua mulher que faz poses, desfila, o beija, dança tango, chama a atenção, nada de reparar na chapinha ou no corte novo. Que tremenda injustiça! Será que é necessário acender letreiros luminosos? Nas outras, você assimila rapidamente os mínimos detalhes. Na própria mulher, nem a mudança de voz pela gripe é identificada. Que tal não criar deusas só porque estão fora de sua casa? O casamento, definitivamente, não é uma religião, é um modo de rezar acompanhado. E há coisas piores acontecendo. Depois de dias, o marido nota o penteado diferente e recrimina:" O que você fez com o cabelo?" Se não há elogios a fazer, é providencial se calar, porque a pergunta é ofensiva e mais parece uma resposta do tipo "não poderia ter ficado mais estranho". Quando sua amada compra uma roupa, seja generoso, sem rebater: "Deve ter custado uma fortuna". Convide-a para estrear o vestido.
OUTRA LIÇÃO: nunca esfregue o passado dela na cara. Saiba que sua companheira contou lembranças e segredos para serem guardados, não para serem devolvidos na primeira briga. Finalmente, anote uma tática infalível para o casamento dar certo: pedir conselhos aos amigos solteiros e fazer tuuudo ao contrário.

2. NÃO TE CURVARÁS AO EGOÍSMO. PROCURARÁS A EMPATIA
Comida pronta se tolera. Mas respostas prontas enjoam o paladar. Não existe manual para montar um relacionamento. Não há desenho para o encaixe das peças. Cabe descobrir o ritmo do casal diariamente, dar espaço para a empatia e a compreensão. Em alguns momentos, sua mulher pode não ter razão, mas tem desejo, que é uma razão mais forte do que a razão. Ou o sentimento não é uma verdade? Claro que sim, o sentimento é o corpo pensando em voz alta. Toda circunstância exige uma leitura nova. É arrogância supor que qualquer problema tem a mesma solução, é egoísmo praguejar que ela costuma inventar tempestades em copo de água, que faz drama. Quando a mulher que você ama chega em casa abalada e desconsolada, sua primeira reação será questionar: "O que aconteceu?" Mas, muitas vezes, não aconteceu nada que possa ser resumido, explicado, esclarecido. Não ocorreu um acidente, um terremoto: as vítimas são apenas impressões desarrumadas e confusas. E, diante da falta de resposta dela, você já deduzirá uma traição, uma ofensa, uma quebra de confiança. Em vez de ajudar, passará a cobrar a ausência de resposta. Atacará um corpo ferido. Puxará uma briga em pleno cansaço dela. Agravará o mal-estar com a tendência de se colocar sempre no centro do mundo, não admitindo que alguém possa se encontrar pior. Com a mania de adaptar a realidade às suas necessidades, vai ficar cego para os desejos do outro, não percebendo que sua companheira está precisando unicamente de silêncio.

3. NÃO PRONUNCIARÁS O NOME DELA EM VÃO
Não narre aos amigos fatos íntimos do casal nem enumere os defeitos da cara-metade. Sarcasmo deve ser usado contra inimigos. Vale a pena tomar cuidado com o veneno, desistindo, por exemplo, de falar mal de sua mulher em jantares. Não deboche da ansiedade dela por causa da TPM - a bruxaria acabou na Idade Média. Amores terminam por palavras certas nos lugares errados. Ou palavras erradas nos lugares certos. Tudo o que você contar ao colega será contado à esposa desse colega. O telefone sem fio é sempre a conta mais cara a pagar. Em tempo: o que salva o casamento é o humor e a autocrítica. A imperfeição pode tornar a vida ainda mais engraçada se os dois estiverem propensos a rir juntos (rir um para o outro, não um do outro). Se o homem broxa e começa a brincar, volta a ficar excitado. Caso ele leve a situação muito a sério, como uma competição (que não é), se deitará novamente, só que no divã do terapeuta.

4. LEMBRARÁS DO DIA DO SÁBADO PARA O SANTIFICAR
Que homem não gosta de jogar futebol com os amigos? Tudo bem. O impasse está na "concentração, preparação e continuação". Você se dedica, na véspera, a telefonar para o time a fim de confirmar o jogo, acorda cedo para ir ao campo, passa a tarde envolvido com os resultados, depois ainda há a conversa para comentar os melhores momentos. E aporta em casa exausto e acabado, louco para dormir. A partida, que era para durar uma hora, acaba durando o dia todo, afora os efeitos colaterais da recuperação física. O.k., pode jogar à vontade, desde que volte inteiro e amoroso. Não vá aterrissar na cama de casal para lamber o controle remoto e assistir ainda à reprise das partidas do fim de semana. A exclusividade do assunto é que cansa. Somente boneca inflável não se sentiria ultrajada. Pensando bem, até ela.

5. HONRARÁS O PAI E A MÃE DELA
Esse ponto é crucial: nada de pensar que a sogra é a sua mulher com os defeitos ampliados. Para que dificultar o relacionamento da sua companheira com a família dela? Nunca faça a advertência: "Uma visita rápida, está bem?" Não existe visita rápida para a sogra. Sogra não é caixa automático, para se sair correndo. Pense na sua mãe, que é a sogra dela. Tenha a mesma paciência.

6. NÃO MATARÁS O ASSUNTO NEM FALARÁS SÓ DE TI
Não mude de assunto de repente, porque não lhe interessa. Não parta do princípio de que já sabe tudo o que sua mulher tem a dizer. A onisciência é burrice. Agradeça o que não sabe dela, para descobrir aos poucos, devagar, sempre atento. Aparecerá na conversa uma lembrança engraçada, um detalhe caprichoso, uma frase memorável. Num filme, quando se perde um trecho, se volta atrás. No mundo real, é mais difícil repetir uma cena. O lapso sacrifica todo o sentido. Não viva um filme sem nexo, um filme pela metade, ainda mais quando é a sua vida. Ajude sua mulher a enterrar o passado e outros relacionamentos com direito a uma cruz e a um nome. E a ajude a desenterrar o futuro. Outro problema masculino é que falar de si é o assunto preferido. Ouvir? Nem pensar... Um conselho: não repita um trechinho do que ela disse, pois atesta que você não estava escutando. A tática de reiterar a última frase para fingir atenção não funciona mais. É cansativo, para a sua amada, voltar ao ponto de partida, como se nada tivesse existido antes. Ela termina enfastiada com a idéia de reafirmar toda a ladainha. Fingir o entendimento é o mesmo que não ouvir. Cuidado: quando a mulher se irrita calada, não lhe faltam argumentos, ela apenas desistiu de falar.

7. NÃO ADULTERARÁS. SERÁ SÓ AMANTE DE TUA PRÓPRIA MULHER
Descubra a parte do corpo dela que exala o perfume mais forte. Será o ponto de maior excitação. Use a respiração como voz. Não atalhe, não abrevie, não resolva. Mas avance e recue. Faça o que mais quer para logo mudar de idéia. Volte atrás como quem deixou de lado algo importante. Não pense muito, apenas o suficiente para não ser refém do corpo. Assista a si mesmo mais do que atuar. Namore as regiões de que ela tem mais vergonha. No fundo, a vergonha é discreta vaidade. Não ataque, converse com as mãos, converse pelas mãos, conserve a atmosfera sem as mãos. Defenda-se para mostrar sua vulnerabilidade. Escute o que ela não disse. Não tenha pudor. Fome é desejo. Exponha-se. Acaricie as costas dela com a cabeça e o rosto. Concentre-se na dispersão. Não banque o sério, pois entedia. Combine tranqüilidade (estar à vontade) com insegurança (não saber o que vai acontecer). Despiste sua movimentação. Quanto maior a espera, maior será a eletricidade. Não aguarde respostas rápidas. Desprendimento é diferente de descompromisso. É doação. Não durma depois. Não se afaste com pressa. Continuem se beijando mansamente. Não questione se ela gozou. Ela vai detestar ou mentir.

8. NÃO FURTARÁS O MELHOR TEMPO DA VIDA DELA
Sei, o homem se arruma em 15 minutos e ela está ainda provando o terceiro andar do guarda-roupa. Não há elevador dentro de casa, então o jeito é subir a escada da paciência degrau por degrau. Esqueça o horário do compromisso. Apenas participe da cena como se fosse uma peça de teatro. Faça de conta que ela é a atriz de um monólogo moderno. Uma mulher escolhe inúmeras, inúmeras vezes a roupa, não porque seja volúvel ou tenha dificuldades na hora da decisão, mas para ver seu corpo em seqüência. E, no momento da prova, não acaricie a barriga dela se ela não estiver grávida! Será letal.

9. NÃO DARÁS FALSO TESTEMUNHO, NÃO MENTIRÁS
Não adapte a história de acordo com as suas intenções. A omissão é uma mentira ainda mais grave. Toda mentira é detalhista, enquanto a verdade é rápida e crua. Não finja reuniões quando está bebendo com os amigos. Se o homem começa a dar muitos pormenores, é porque está mentindo. Não use jogo baixo, transformando o respeito e a preocupação dela em cobrança. Se precisar, peça desculpa. Desculpa não dói, o que dói é a falta de desculpa. Arrepender-se do que foi feito é aceitar a contradição, a oposição, a experiência negativa dentro da gente. Não há culpa onde houve vontade de acertar.

10. NÃO COBIÇARÁS A MULHER DO PRÓXIMO
O homem parte do princípio de que indivíduos do sexo masculino são todos iguais, imutáveis, enquanto as mulheres são todas diferentes. Por isso, um cara esperto não poderá deixar de conhecê-las, "perdendo sua vida" apenas com uma delas. Essa é uma das teorias mais machistas que existem. Igualmente equivocado é definir amizade como um amor sem sexo; e amor como uma amizade com sexo. Liberdade na vida é ter um amor para se prender.

* CASADO HÁ DEZ ANOS COM ANA LÚC I A , FABRÍCIO CARPINEJAR É AUTOR DOS LIVROS COMO NO CÉU/LIVRO DE VISITAS (2005) E CINCO MARIAS (2004), AMBOS DA EDITORA BERTRAND BRASIL

Fonte:delas.ig.com.br

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Segunda chance



Casou, separou, voltou: cometendo o mesmo erro ou reacendendo o amor?

Por Mônica Vitória • 21/05/2008

http://msn.bolsademulher.com/amor/materia/segunda_chance/14777/1

Nádia* casou-se cedo, aos 19 anos. Ela afirma que não sabia muito bem se o que estava fazendo era a escolha certa. Pedro*, seu noivo, parecia um ótimo partido, uma pessoa honesta e com boa índole, que se dizia louco por ela. O casamento foi bastante simples, a noite de núpcias foi quase um desastre, mas a convivência nos quatro anos seguintes mostrou-se tranqüila para ambos - até que Nádia, grávida, começou a desconfiar da fidelidade do marido, que saía constantemente à noite. Quando ameaçou dar um ultimato a Pedro, surpreendeu-se com uma agressão física. Após seis meses, ela pediu o divórcio. Ele, arrependido, reapareceu um ano depois, fazendo juras de amor e prometendo mudar seu comportamento. A mágoa já não tinha tanta força, e ela não resistiu aos pedidos de Pedro.

A moça resolveu perdoar e voltar para o ex-marido. "Pedro prometeu que dessa vez seria diferente e que me amava muito para viver longe de mim. Realmente, não tive mais conhecimento de possíveis traições e ele não encostou mais o dedo em mim com violência", revela Nádia. Apesar de ter falhado na primeira, o casal voltou com mais vontade de ficar junto. "Aos poucos, o amor que sentia foi reacendendo e ficando até maior do que antes. Era como se tivéssemos acabado de nos conhecer, um recomeço de verdade. Depois de um tempo, ele me pediu em casamento outra vez e eu aceitei. Acreditava que ninguém mais poderia nos separar novamente", conta. No entanto, nem tudo foram flores. Depois de mais cinco anos juntos, as brigas se tornaram cada vez mais freqüentes e Nádia resolveu, em 2003, largar o marido pela segunda vez. "Não agüentava a estupidez dele. Ele se mostrava uma coisa no início, e depois agia de outra forma. Não respeitava a mim nem ao nosso filho, me agredia verbalmente e às vezes até fisicamente. Eu vi que estava me iludindo achando que ele mudaria, e decidi que não permitiria mais ser enganada nem que eu enganasse a mim mesma", confessa ela, que mora há um ano com outro parceiro.

Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez. Acho que este tempo separado não destruiu nada do que a gente tinha e só serviu para crescermos e nos aprimorarmos

A história de amor de Nádia e Pedro não teve um final feliz, mas é apenas uma entre muitas que poderiam ter dado certo, se o futuro atendesse às esperanças de casais que se dão uma segunda chance após uma separação. Assim como Nádia, a professora Adriana Fontes, de 29 anos, seguiu o coração e concedeu uma nova oportunidade para um ex-noivo, que, hoje, é seu marido. "Namorávamos desde 1999 e éramos muito apaixonados. Mas assim que ficamos noivos ele teve que mudar de estado a trabalho e não tinha condições de viajar com freqüência para me ver. Apesar de amá-lo, não resisti às saudades, à distância e ao ciúme, e chegamos à conclusão de que seria melhor dar um tempo", diz Adriana. O noivo relutou de início, mas quatro meses depois de ir embora já estava saindo com outra pessoa. "Fiquei muito chateada quando soube, mesmo que a gente não estivesse mais junto. Ele sempre dizia que estava apenas tentando me esquecer, e que no fundo ainda me amava, mas meus amigos enchiam a minha cabeça contra ele. Só que, dentro de mim, eu sabia que ele estava sendo sincero e que eu também só queria ficar com ele", explica.

Adriana procurou sair com outras pessoas, mas a cabeça e o coração permaneciam na lembrança do ex. Quatro anos se passaram, ele pediu demissão do emprego e voltou à cidade de Adriana. Quando se reencontraram, tudo voltou a ser como antes: "Sentimos no olhar um do outro toda aquela paixão de novo. Não teve jeito. Reatamos e marcamos a data do casamento no ano seguinte", conta a professora. "Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez. Acho que este tempo separado não destruiu nada do que a gente tinha e só serviu para crescermos e nos aprimorarmos", relata.

Nádia* casou-se cedo, aos 19 anos. Ela afirma que não sabia muito bem se o que estava fazendo era a escolha certa. Pedro*, seu noivo, parecia um ótimo partido, uma pessoa honesta e com boa índole, que se dizia louco por ela. O casamento foi bastante simples, a noite de núpcias foi quase um desastre, mas a convivência nos quatro anos seguintes mostrou-se tranqüila para ambos - até que Nádia, grávida, começou a desconfiar da fidelidade do marido, que saía constantemente à noite. Quando ameaçou dar um ultimato a Pedro, surpreendeu-se com uma agressão física. Após seis meses, ela pediu o divórcio. Ele, arrependido, reapareceu um ano depois, fazendo juras de amor e prometendo mudar seu comportamento. A mágoa já não tinha tanta força, e ela não resistiu aos pedidos de Pedro.

A moça resolveu perdoar e voltar para o ex-marido. "Pedro prometeu que dessa vez seria diferente e que me amava muito para viver longe de mim. Realmente, não tive mais conhecimento de possíveis traições e ele não encostou mais o dedo em mim com violência", revela Nádia. Apesar de ter falhado na primeira, o casal voltou com mais vontade de ficar junto. "Aos poucos, o amor que sentia foi reacendendo e ficando até maior do que antes. Era como se tivéssemos acabado de nos conhecer, um recomeço de verdade. Depois de um tempo, ele me pediu em casamento outra vez e eu aceitei. Acreditava que ninguém mais poderia nos separar novamente", conta. No entanto, nem tudo foram flores. Depois de mais cinco anos juntos, as brigas se tornaram cada vez mais freqüentes e Nádia resolveu, em 2003, largar o marido pela segunda vez. "Não agüentava a estupidez dele. Ele se mostrava uma coisa no início, e depois agia de outra forma. Não respeitava a mim nem ao nosso filho, me agredia verbalmente e às vezes até fisicamente. Eu vi que estava me iludindo achando que ele mudaria, e decidi que não permitiria mais ser enganada nem que eu enganasse a mim mesma", confessa ela, que mora há um ano com outro parceiro.

Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez. Acho que este tempo separado não destruiu nada do que a gente tinha e só serviu para crescermos e nos aprimorarmos

A história de amor de Nádia e Pedro não teve um final feliz, mas é apenas uma entre muitas que poderiam ter dado certo, se o futuro atendesse às esperanças de casais que se dão uma segunda chance após uma separação. Assim como Nádia, a professora Adriana Fontes, de 29 anos, seguiu o coração e concedeu uma nova oportunidade para um ex-noivo, que, hoje, é seu marido. "Namorávamos desde 1999 e éramos muito apaixonados. Mas assim que ficamos noivos ele teve que mudar de estado a trabalho e não tinha condições de viajar com freqüência para me ver. Apesar de amá-lo, não resisti às saudades, à distância e ao ciúme, e chegamos à conclusão de que seria melhor dar um tempo", diz Adriana. O noivo relutou de início, mas quatro meses depois de ir embora já estava saindo com outra pessoa. "Fiquei muito chateada quando soube, mesmo que a gente não estivesse mais junto. Ele sempre dizia que estava apenas tentando me esquecer, e que no fundo ainda me amava, mas meus amigos enchiam a minha cabeça contra ele. Só que, dentro de mim, eu sabia que ele estava sendo sincero e que eu também só queria ficar com ele", explica.

Adriana procurou sair com outras pessoas, mas a cabeça e o coração permaneciam na lembrança do ex. Quatro anos se passaram, ele pediu demissão do emprego e voltou à cidade de Adriana. Quando se reencontraram, tudo voltou a ser como antes: "Sentimos no olhar um do outro toda aquela paixão de novo. Não teve jeito. Reatamos e marcamos a data do casamento no ano seguinte", conta a professora. "Ele é o homem da minha vida. Jamais me perdoaria se tivesse deixado-o escapar mais uma vez. Acho que este tempo separado não destruiu nada do que a gente tinha e só serviu para crescermos e nos aprimorarmos", relata.

Íngrid*, de 48 anos, também tentou reviver uma relação que tinha acabado. Já divorciada, ela acreditava que tinha finalmente encontrado oamor de sua vida em outra pessoa, com a qual ficou casada por oito anos. "No início foi tudo perfeito. Eu estava totalmente apaixonada, achando que ele era o meu príncipe encantado. Porém, depois de uns três anos, começaram as dúvidas, brigas, telefonemas esquisitos. Isto acabou com a nossa relação", destaca Íngrid, que, como Nádia, apostou na mudança do amado e se arrependeu. "Ele é um homem muito sedutor e mulherengo. Da primeira vez que soube de sua pulada de cerca ainda não vivíamos juntos. Meu mundo caiu! Sabia que ele era assim, mas resolvi apostar na mudança, crendo que, por me amar, ele iria mudar. É óbvio que isto não aconteceu, e nos separamos depois que soube que ele estava com uma outra mulher que morava perto de nós", afirma.

Íngrid acreditava que deixar o parceiro livre para viver aquela paixão seria mais inteligente de sua parte e pouparia um sofrimento maior. Segundo ela, a separação ocorreu de forma tranqüila e o ex continuou ajudando-a nas despesas com o filho de seu primeiro casamento. Para se recompor, Íngrid voltou a estudar, sair com amigos e conhecer novas pessoas. "Senti o gosto da liberdade e adorei! Relacionei-me com vários homens, mas sem trazê-los para minha casa, para proteger meu filho. Mas não conheci nenhum homem nesta fase que superasse as qualidades do meu ex-marido", revela. "Depois de três anos ele se separou. Nunca perdemos o contato e, por motivo de doença na família dele, nos reaproximamos mais rápido e mais intensamente. Aos finais de semana, passamos a sair à noite. Ele voltou a freqüentar a minha casa e meu filho adorou". Depois de um ano, contudo, Íngrid levou um novo balde de água fria: "Recebi um telefonema da sua ex-mulher, dizendo que ele estava querendo voltar para ela. Nós nos encontramos, conversamos e eu cheguei à conclusão de que ele não tem jeito mesmo. Saí de cena novamente. Porém, não da mesma maneira. Estou mais forte e acho que de certa forma já esperava isso", conclui Íngrid.

O casal pode se gostar muito, mas não se dá conta do que é o conviver, de que ambos trazem facilidades e dificuldades que a vida lhes deu anteriormente, e muitas vezes tudo isso prejudica o avanço da relação

Hoje, os dois continuam amigos e, apesar de descrente de relacionamentos amorosos, Íngrid se diz bastante amadurecida com o que passou. Tanto ela quanto Nádia creram que um casamento poderia dar certo mesmo depois de já ter dado errado. Será que a decisão de se dar uma "segunda chance" a um parceiro não passa de persistência no erro? Ou será que, como aconteceu com Adriana, relacionamentos podem ser "reciclados" e é possível reconquistar a felicidade mesmo depois de muito tempo, ou até de traições? Será que o amor de verdade resiste às separações e mágoas?

Fazendo certo

Para o psicólogo Paulo Bonança, a "segunda vez" pode, sim, ter um final feliz, principalmente porque o casal está mais maduro emocionalmente e já consegue perceber seus erros e acertos na primeira relação. "O rompimento é como um luto, em que os parceiros podem refletir sobre o que aconteceu durante o relacionamento. Este momento serve para que eles se perguntem qual a participação de cada um naquilo que não teve sucesso. Com isso, ocorre um crescimento, o casal 'se atualiza', o que até facilita a reaproximação, e pode até pensar 'peraí, temos tudo para dar certo'", observa Paulo, que afirma que é comum a pessoa tentar solucionar algo seu no outro.

Segundo ele, o relacionamento é um processo que envolve aspectos regressivos que podem pesar demais no desenvolvimento da relação: "Quando se inicia este processo, muitas coisas vêm inclusas, como fatores atuais, fatores do passado e espectativas para o futuro. O parceiro vai ter que lidar com reações da sociedade, com a família e com o passado do outro. O casal pode se gostar muito, mas não se dá conta do que é o conviver, de que ambos trazem facilidades e dificuldades que a vida lhes deu anteriormente, e muitas vezes tudo isso prejudica o avanço da relação", explica.

É fato que algumas pessoas, como Íngrid e Nádia, se magoam com determinadas atitudes dos parceiros e acabam dando uma nova oportunidade para a relação na esperança de que o outro mude seu comportamento ou até mesmo sua personalidade. "Nesse caso, é preciso se perguntar se gosta do parceiro do jeito que ele é, ou se gosta de como ele poderá ficar depois que mudar. Muitas vezes é esta pessoa que deseja a transformação do outro que precisa mudar seus padrões de felicidade e de escolha", ressalta o psicólogo. Paulo Bonança destaca, ainda, que a chave para o sucesso de quem quer tentar novamente ser feliz com o ex (ou mesmo com um novo par) é sempre o diálogo: "Conversar é fundamental. Mas é preciso conversar de verdade. Muita gente se fala, mas não se comunica! Finge que sabe tudo do outro e que o outro sabe de tudo também, e fica por isso mesmo. Assim, assuntos sérios que devem ser abordados acabam virando tabus. O casal não pode ter medo de conversar sobre qualquer tema, principalmente quando o tema envolve os dois. E ter a ver com os dois é ter a ver com cada um", completa.

* Os nomes foram alterados a pedido dos entrevistados.



Mônica Vitória

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Vamos morar juntos



http://msn.bolsademulher.com/amor/materia/vamos_morar_juntos/60042/1

Homens e mulheres dizem os prós e contras de morar sob o mesmo teto

Por Rosana F. • 05/06/2009

O namoro está bom demais: é tanto amor que parece não caber dentro do peito. Vocês se olham nos olhos e concluem que chegou a hora de dar mais um passo no relacionamento - morar juntos. Vão dormir abraçados toda noite, cuidar um do outro e dividir o mesmo teto. Por outro lado, enfrentarão obstáculos como a convivência diária e a rotina. Nessa hora, é normal sentir um friozinho na barriga antes de fazer a mudança. Afinal, quais são os prós e contras de juntar as escovas de dente?

Estabilidade. Segurança. Cafuné antes de dormir. Dividir as contas. Planejar o futuro juntos. Estas são algumas das razões que fazem o mulherio sonhar com o dia que vão juntar os trapinhos com o namorado, como faz a professora Cíntia G., 33 anos. "Nosso namoro está sólido, já conhecemos um ao outro profundamente e está na hora de morarmos juntos para depois começarmos a pensar em aumentar a família", diz ela, que já usa aliança de compromisso há mais de um ano. "Dizem que o lado ruim de morar junto é a rotina, mas não acredito que isso vá ser um problema para a gente: sabemos como espantá-la com viagens, saídas com amigos e muito romantismo", diz.

Quando eu namorava, ele me aborrecia e eu ia pra minha casa, espairecer. Hoje em dia, estamos casados e não tenho para onde ir quando brigamos

As mulheres pensam com o coração. Já os homens.... Para o designer Paulo C., 33 anos, a melhor coisa de morar junto é transar todo dia. "Sem dúvida, o sexo diário é a melhor parte. Mas tem também a amizade, a divisão das coisas, as brincadeiras com as crianças...", enumera ele, que tem dois filhos. Sobre as dificuldades de dividir o mesmo teto, Paulo diz que a maior delas é a falta de privacidade. "Às vezes, quero ficar sozinho e não tem como. Além disso, é importante para o casal ter um distanciamento para que possa sentir saudade um do outro", defende.

Para a tradutora Gisele V., de 31 anos, a maior mudança no relacionamento depois que foi morar junto com o namorado é que agora não tem para onde fugir na hora da briga. "Quando eu namorava, ele me aborrecia e eu ia pra minha casa, espairecer. Hoje em dia, estamos casados e não tenho para onde ir quando brigamos", diz ela, que ainda por cima mora em um quarto e sala. "O jeito é encarar o problema e tentar solucionar as coisas. Combinamos que não iríamos dormir brigados e até agora tem dado certo", conta Gisele, que está morando junto há seis meses.

Enquanto uns estão loucos para dividir um apê, há quem prefira aproveitar o namoro em casas separadas - cada um na sua. É o caso da pesquisadora Maria Amélia, 29 anos, que namora há três anos e não tem planos de morar junto. "Não se mexe em time que está ganhando. Acaba que dormimos direto na casa um do outro, mas, quando um quer ficar sozinho, tem esse direito, sem dramas", explica ela, que ainda tira proveito da situação. "Se a minha geladeira está cheia, ficamos aqui. Se a faxineira deixou a casa dele cheirosinha, vamos para lá", conta, dizendo ainda que essa situação só deve mudar quando a família crescer. "Quando vier um bebê, aí sim acho que vamos morar juntos para dividir as tarefas e curtir o nosso baby", planeja.

É importante saber quais são os objetivos futuros um do outro para saber se eles podem ser conciliados. Além disso, o casal deve se dar bem, ter interesses comuns, assim como os mesmos valores morais e familiares

Segundo a psicóloga Karen Camargo a decisão de morar junto é um grande passo no relacionamento. "Mesmo sem papel passado, tem as mesmas definições de um casamento formal. Morar junto pode ser um período de experiência em que o casal vai poder estar mais próximo, ganhar mais intimidade e ensaiar para um casamento futuro", afirma ela, lembrando que esse ganho de intimidade pode causar uma série de decepções, uma vez que o casal entra em contato com um lado do outro que ainda não conhecia e que pode ser considerado desagradável.

Sobre a diferença das motivações entre homens e mulheres, a psicóloga afirma que a mulher olha mais para o emocional enquanto os homens olham para a parte sexual. "É verdade que morando junto pode haver maior disponibilidade para fazer sexo, pois o casal dorme junto todos os dias. Ao mesmo tempo, o casal se acostuma com a presença um do outro, não sente saudade e pode acontecer da freqüência sexual, a longo prazo, cair", destaca Karen, sublinhando que a decisão de morar junto deve ser muito bem pensada, entre outros fatores, porque uma separação dói muito mais do que um simples término de namoro. "A vontade de morar junto tem que ser dos dois. É importante saber quais são os objetivos futuros um do outro para saber se eles podem ser conciliados. Além disso, o casal deve se dar bem, ter interesses comuns, assim como os mesmos valores morais e familiares", finaliza.

Rosana F.