segunda-feira, 29 de junho de 2009

Quem casa quer casa



http://msn.bolsademulher.com/familia/materia/quem_casa_quer_casa/33002/1

Está chegando o grande dia e, em breve, sua vida vai mudar. Para grande parte das pessoas, casamento é sinônimo de casa nova. Começar praticamente do zero e ter que montar um espaço legal, com coisas úteis e que agradem ao casal é uma tarefa difícil e que requer tempo, dinheiro, paciência e organização. Que o diga a recém-casada Tatiana Amaral, de 28 anos: "Quando dei por mim, já estava com os pés no altar e ainda faltava quase metade das coisas de casa para completar. Se pudesse voltar atrás, teria evitado muita preocupação", afirma.

A advogada Nanda Lorens, de 26 anos, ficou noiva em dezembro e o casamento será em julho deste ano. Ou seja, ela e o noivo estão tendo apenas sete meses para preparar o novo apartamento no Rio de Janeiro (eles moram em Salvador) e o enxoval. Por causa do pouco tempo que teria, Nanda não sabia por onde começar. "Minha escolha se deu, basicamente, em comprar aquilo que eu achava em promoção, ou algo que me chamasse atenção pela beleza, por ser diferente. Mas se eu tivesse mais tempo, com certeza estabeleceria etapas, comprando primeiro itens de cozinha, depois cama, mesa e banho, sucessivamente", diz.

Os produtos devem ser escolhidos de acordo com o modo de vida de cada um, tamanho da casa e decoração

Atualmente, além de bonito, o enxoval deve ser prático, adequado ao estilo de vida do casal e à decoração escolhida para a nova casa. A antecedência nas compras é importante, especialmente quando você está fazendo quase tudo sozinha, como é o caso de Nanda. No entanto, também não é bom que se compre tudo antes de ter a casa mobiliada. "Para que a montagem do enxoval seja uma tarefa tranqüila e prazerosa, deve-se começar o planejamento de três a quatro meses antes do casamento e não exagerar na quantidade de peças. Quando se faz o enxoval com muita antecedência e com muitas peças, corre-se o risco de ele ficar desatualizado ou não combinar com a decoração da casa", explica Wilma Tavares, diretora da loja especializada Marlene Enxovais, em São Paulo.

Vai uma mãozinha aí?

Se você não está contando com nenhuma ajuda extra, tem um dia-a-dia corrido e não faz idéia de como resolver tudo, a organização torna-se ainda mais preciosa. Pensando nisso, cada vez mais têm surgido empresas que se ocupam desses detalhes. A Do It!, por exemplo, presta serviços de assessoria pessoal para pessoas que não têm tempo de se preocupar ou precisam de soluções rápidas e práticas na hora de mudar, reformar e decorar imóveis, programar viagens e até preparar o enxoval. "Para facilitar a vida, é importante haver organização e planejamento. Um casamento inclui muitos detalhes que se não forem muito bem planejados, listados e organizados acabam se perdendo ao longo do caminho. A Do It! dá todo o suporte desde a preparação da lista do que os noivos devem ter até a consultoria na hora da compra de cada peça", explica Andrea Carvalho, criadora do serviço.

Segundo Andrea, há muitas dúvidas que rondam a cabeça das noivas, principalmente, que se preocupam em cuidar de cada detalhe e fazer a melhor escolha. "Qual aparelho de jantar devo escolher? Quantas peças? Quais os copos indicados para o quê? Estas coisas podem ser muito caras e hoje em dia tem vários produtos no mercado. Por isso, é preciso ter em mente o que estamos procurando e qual a necessidade do casal, para ter certeza que estamos escolhendo coisas que vão ser usadas", observa. "Os produtos devem ser escolhidos de acordo com o modo de vida de cada um, tamanho da casa e decoração", complementa Wilma Tavares, da Marlene Enxovais.

Para aqueles que têm tempo de se organizar, Andrea Carvalho dá algumas dicas essenciais. Em primeiro lugar, é importante ter um perfil do casal: eles costumam receber muitos convidados? São pessoas de mais ou menos cerimônia? Quais são seus hábitos? Quais as perspectivas profissionais de cada cônjuge? Em que tipo de meio estão inseridos e qual a disponibilidade financeira? "A partir daí, você consegue traçar suas necessidades. O vice-presidente de uma empresa multinacional que recebe pessoas de cerimônia em casa tem uma necessidade diferente daquela pessoa que é jovem, trabalha o dia todo e ainda não tem uma carreira profissional de destaque. Não que esta segunda pessoa não possa ter uma louça melhor, copos finos ou uma baixela de prata, mas com certeza tem coisas que ela vai precisar ou preferir mais do que estes itens e priorizar em suas compras", exemplifica.

Definido o perfil do casal, é interessante fazer uma lista por "temas":móveis, presentes de casamento - louças, enfeites, copos - e cama,mesa e banho - toalhas, lençóis, jogos americanos etc. "A melhor maneira de atender às principais necessidades é se preocupar em ter o básico de tudo ou o mínimo necessário em cada área. Não adianta ter um enxoval de cama, mesa e banho supercompleto e não ter pratos para fazer uma refeição. Veja bem o que você tem e o que mais precisa, e, depois, vá complementando com adereços mais sofisticados e menos vitais para o dia-a-dia", sugere Andrea.

Meu noivo ficou responsável por mobiliar nosso apartamento - que já está pronto, com todos os móveis e eletrodomésticos - e eu fiquei com essa parte do enxoval em si

Seguindo a montagem do enxoval, Wilma Tavares reforça que devemos priorizar outros produtos de uso diário como lençol, toalhas de banho, colchas e edredons, por exemplo. "Pode-se, ainda, dependendo da data do casamento, incluir peças temáticas como toalha de mesa para o Natal ou para uma comemoração a dois no Dia dos Namorados", ressalta ela, lembrando que enxoval também é complemento da decoração, e, por isso, o ideal é decidir primeiro como será a casa e depois comprar peças que combinem com cada ambiente. Fazer uma lista ou planilha de itens é outra solução que ajuda a pôr ordem na seleção e nos gastos. Confira aqui os produtos que não podem faltar em sua casa.

Wilma destaca que, na medida do possível, é muito bom escolher as peças junto com o noivo, até mesmo para pautar as decisões respeitando as preferências e o estilo de ambos. Entretanto, como nem sempre isso acontece, dividir as responsabilidades de cada um pode ser positivo para se organizar. "Meu noivo ficou responsável por mobiliar nosso apartamento - que já está pronto, com todos os móveis e eletrodomésticos - e eu fiquei com essa parte do enxoval em si", relata Nanda Lorens.

O que comprar e o que ganhar

Quanto aos presentes dos convidados, Nanda conta que montou sua lista em cima do que já tinha adquirido. "Verifiquei minhas compras e fiz a relação de presentes com base no que ainda estava faltando. Muitas pessoas ao nosso redor (mãe, sogra, tia) ficam dizendo para não comprarmos nada porque vamos ganhar, mas não acho que devemos esperar tudo. Nem sempre os presentes vão corresponder às nossas expectativas", opina. Wilma Tavares enfatiza: "O melhor é seguir a dica de não comprar peças em exagero, para que todos os presentes complementem as necessidades dos noivos".

Outra boa dica é incluir na lista itens que tenham opções de preços diferentes. "Dessa maneira, garante-se que os noivos ganhem ao menos um desses produtos, porque dá para o convidado a opção de quanto quer gastar", esclarece a diretora, que acrescenta que mantas e cobertores são os produtos mais vendidos quando o assunto é presente. Andrea Carvalho recomenda que é de boa educação que se dê ao convidado tempo suficiente para que ele consiga comprar o presente sem problemas. "Você já escolheu o presente que você quer e a loja aonde ele deve ir. Deixe pelo menos que ele faça a compra sem que seja preciso sair correndo", reitera.

Para deixar o trabalho de fazer a lista menos complicado, os noivos também podem optar por um serviço da Marlene Enxovais chamado Lista de Enxoval. "Com a ajuda de consultoras especializadas, os noivos escolhem peças que gostariam de ganhar e na quantidade adequada para começar a nova vida", indica Wilma Tavares.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Numerologia: veja qual a melhor data.


Numerologia: veja qual a melhor data.
http://www.blogdanoiva.com.br/blog.php?categoria=13

Segundo espiritualistas, a numerologia pode ajudar a escolher a data que vai proteger e abençoar ainda mais a união do casal, já que os números têm vibrações distintas.

Como calcular o dia do casamento:

O cálculo é simples. Some dia, mês e ano escolhido e reduza o resultado a um algarismo que esteja entre 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 11, 22 e 33.

Exemplo:

Os noivos escolheram a data de 08/05/2009. Com esses dados somamos da seguinte maneira: Dia (08) + Mês (05) + Ano (2009)

13 (dia e mês) + 11 (ano) = 24

2 + 4 = 6

Neste caso então a vibração que estará regendo a data de 08/05/2009 será o 6.

Veja abaixo o significado dos números correspondentes ao dia do casamento:

Número 1

Esta é uma vibração de inícios importantes, de uma nova experiência na vida. Tudo que é plantado dentro desta energia promete grandes realizações para o futuro. Um dia para começar algo, planejar os próximos passos para a vida a dois. Este promete grandes possibilidades de felicidade e boas influências para o casal.

Número 2

Uma boa escolha, pois este é o dia das parcerias, das uniões e além de tudo de muita proteção. Indica que haverá facilidade de adaptação na vida a dois, pois este é um número excelente para equilibrar as diferenças. Haverá muito afeto entre o casal, construindo uma relação sólida e duradoura.

Número 3

Muita comunicação, expansão e crescimento para o casal que escolheu esta data. Com certeza estes noivos estarão lindos e radiantes, pois é o dia da beleza. Se não quiserem a surpresa da chegada rápida de um bebê, tenham cuidado, pois este também é o número da fertilidade. É também o dia de plantar para uma colheita cheia de amor. Um número muito positivo para

festas, celebrações e comemorações que trarão alegria.

Número 4

Este é um dia que mostra muita objetividade, responsabilidade e concretização dos sonhos. O casamento vai trazer segurança, estrutura e estabilidade para o casal. O casal seguramente vai ser feliz na sua vida financeira, social e afetiva.

Número 5

O casal que escolheu este dia poderá contar com versatilidade, desprendimento e surpresas de todos os tipos. O casamento no dia 5 abrirá caminhos e transformará a vida do casal, trazendo sempre muita paz, proteção e amparo espiritual. Promete mudanças, aventuras na descoberta de um mundo novo, viagens e muita sensualidade.

Número 6

Dia calmo, de leveza e descontração que promete a certeza de que tudo dará certo. Traz muita afetuosidade e harmonia. Este casal escolheu o melhor dia para selar a felicidade, pois formará um lar, uma família com raízes profundas. O 6 é símbolo do amor, da união e da harmonia.

Número 7

Parabéns para o casal que escolheu este dia. O dia 7 indica sucesso e realização que serão alcançadas gradualmente, porém com muita proteção, segurança e respeito. Os objetivos em comum caminharão para a concretização sem desrespeitar a individualidade do casal. Apesar de toda exigência e perfeccionismo exigidos por esta vibração, a vitória e a felicidade serão a tônica para uma vida a dois.

Número 8

Ao escolher este data, o casal mostrou a capacidade de planejar e administrar o futuro que começam a construir. Muita razão, bom senso e equilíbrio marcam o início de vida destes parceiros. Serão ágeis e precisos em tudo que se propuserem para manter a chama do amor sempre acesa. É um número de poder e colheita de bons frutos.

Número 9

Há uma vibração sentimental muito forte neste dia, de entrega, compaixão e paciência. Promete formar um casal otimista, carismático e cheio de vitalidade. Trará serenidade, sabedoria e muito amor. Contarão sempre com o apoio de amigos, da família e da espiritualidade. O 9 indica sabedoria e maturidade na tomada de decisões.

Número 11

Este é o dia da intuição e da sensibilidade. O casal que escolher este dia vai conseguir realizar todo o sonho idealizado. A escolha não poderia ser melhor, pois é um dia iluminado e feliz. Esta é uma vibração que também indica proteção e traz a capacidade de enxergar o futuro com otimismo e alegria.

Número 22

Muita sabedoria e muita intensidade são as poderosas vibrações de um dia 22, que de tão forte, promete que o casal conseguirá tudo o que desejar. Todos os sonhos se transformam em realidade. É realmente um dia mágico. Mostra a construção dos sonhos no plano real e concreto. Os dois juntos terão a possibilidade de amparar-se, dar as mãos e seguir rumo a um futuro

promissor.

Número 33

Este deveria ser chamado o Dia Mestre do Amor, pois é o dia das bênçãos divinas, dos afetos verdadeiros. Esta vibração indica entrega absoluta aos sentimentos e que o casal conseguirá manter o equilíbrio em todos os aspectos da vida a dois. O lar será um recanto feliz e agradável e a construção de uma família sólida e feliz será o esperado. Aqui os aprendizados e desafios do relacionamento poderão ser superados pelo amor puro.

Fonte: Especial das noivas Ana Maria Braga, com alterações.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Uma cobrança a mais: o ECAD





Uma cobrança a mais: o ECAD

Uma nova despesa surge para os noivos: a contribuição ao ECAD – Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais a título de retribuição autoral. O alto valor desta contribuição tem gerado apreensão e causado um baque no orçamento dos noivinhos. Além disso, o valor cobrado não tem limitação e é baseado no regulamento próprio do escritório.

O ECAD é o responsável por arrecadar e distribuir os direitos relativos à execução pública das obras musicais e lítero-musicais e de fonogramas, inclusive por meio da radiodifusão e transmissão por qualquer modalidade, e da exibição de obras audiovisuais.

A cobrança é feita a todos que realizam eventos em espaços e casas destinadas para este fim, devido à utilização de músicas e vídeos de artistas. A cobrança só não é feita para as festas realizadas em salões anexos de igrejas ou salões de festa de edifícios residenciais.
Entretanto, a medida gera questionamentos pois, a cobrança é realizada de acordo com a natureza do evento, e não com o local onde ocorrerá. Onde quer que se realize, trata-se de um evento privado, onde estarão apenas pessoas convidadas e onde não está presente nenhuma intenção de lucro.

De acordo com a advogada (em Salvador),
Paloma Braga, a cobrança traz dúvidas pois "no próprio sítio na internet do ECAD quando oferece a possibilidade de simulação de cálculo do valor supostamente devido a título de retribuição autoral não contempla o 'evento' casamento, a despeito de o fazer quanto à colação de grau, por exemplo. O próprio formulário de coleta de dados utilizado pelo escritório refere-se a ingressos, estimativa de público, receita bruta, etc – expressões que nada têm a ver com uma recepção de casamento.
Resta clara, pois, a abusividade e a ilegalidade da cobrança, além do tratamento desigual destinado a pessoas em situação idêntica violando o princípio da isonomia e inobservando a eficácia horizontal dos preceitos constitucionais."

Para saber um pouco mais sobre a legislação e falar com a advogada, para tirar dúvidas, acesse o site:
http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=12589.



terça-feira, 23 de junho de 2009

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A festa que inspira até mesmo a sétima arte
A beleza, as tradições e, claro, as agruras que envolvem o casamento são tema recorrente no cinema, que não se cansa das noivas.

Aline Oliveira

Quando se compara algumas festas de casamento com contos de fadas, não se trata de exagero. Ao contrário, não é a vida que imita a arte, mas a arte que imita a vida e, neste caso, o agitado período de preparativos e a cerimônia do sim são fonte de pura inspiração para os diretores – e isso há muitas décadas. E, apesar de não ser um clichê, como acontece com as novelas (em que todo último capítulo tem que ter casamento e bebês nascendo), de uns tempos para cá a festa tem, sim, ocupado cada vez mais espaço nas telonas. E tudo é motivo para ser filmado e filmes inteiros giram em torno disso: dos rituais, das tradições, das complicações.

O crítico e cinéfilo assumido Renato Félix lembra um clássico do cinema envolvendo o casório e que, de tão bom, foi refilmado: 'O Pai da Noiva', rodado há quase seis décadas (o filme é de 1950) já tratava, com muito bom humor, da crise do ninho vazio por que passam os pais ao verem suas filhas dizendo sim para outro homem. O título, que na versão original tinha Elizabeth Taylor no elenco, foi refilmado na década de 1990, colocando Steve Martin no papel do pai sofrido. “Mas foi depois de 'Quatro Casamentos e um Funeral' (1994), que o tema se tornou popular”, conta.

O filme, com Hugh Grant na pele de um solteirão que não quer saber de casar, acontece durante as cerimônias e brinca muito com essas tradições todas: o seu lugar marcado em uma mesa onde você não conhece ninguém, o discurso engraçadinho dos padrinhos, se arrumar em cima da hora, as paqueras na festa, a música ruim. De lá para cá, a lista só cresceu, como lembra Renato. “Já tivemos 'O Casamento de Muriel' (1994), 'O Casamento do Meu Melhor Amigo' (1997), 'Casamento Grego' (2002) e 'Mamma Mia!' (2008)”.

Mesmo sem ser o tema central, o grande dia também marca outras produções, que contam com cenas antológicas de altar. “Eu gosto muito da cena de casamento de 'A Noviça Rebelde', por exemplo, numa grande igreja e as freiras assistindo de longe”, opina o crítico, que também destaca o final de 'Cinderela', com a famosa imagem do casal rumando para o "felizes para sempre". Em outras, o que prevalecem são as confusões, como em 'A Primeira Noite de um Homem' e o brasileiro 'Lisbela e o Prisioneiro', em que as noiva fogem do altar. A fúria dos pais também é retratada com humor no casamento sêxtuplo de 'Sete Noivas para Sete Irmãos' – os noivos casam com armas apontadas para eles! E para quem espera casamento mesmo sem cerimônia, a animação stop-motion 'A Noiva Cadáver' tem uma noiva em busca de seu par.

Quando a vida real ganha status de cinema
Nem só de Angelina Jolie e Brad Pitt, o casal mais fotografado do momento, vive o mundo dos casamentos de celebridades de Hollywood. Elizabeth Taylor, por exemplo, deve uma parte de sua fama por já ter casado oito vezes, sendo duas delas com o mesmo marido, o ator Richard Burton. Para Renato Félix, no entanto, quem ganha o prêmio entre os mais felizes são Paul Newman e Joanne Woodward, que foram casados por quase 50 anos até a morte dele, em 2007, depois de atuarem juntos em dez filmes, quatro deles dirigidos por Newman. “Uma vez perguntaram qual o segredo do longo casamento deles e ele respondeu: ‘Eu não sei o que ela coloca na minha comida’”, conta o crítico.
Independente da beleza ou da fama dos envolvidos e do sucesso ou não das suas relações, o casamento continua sendo uma marca forte no cinema por ser um dos mais importantes ritos de passagem da humanidade. Paralelo a isso, tudo que antecede a cerimônia é considerado por Félix um prato cheio para quem faz cinema. “Os filmes brincam com a obsessão do ser humano por controlar uma situação na qual um detalhe pode colocar tudo a perder”, avalia. Há um protocolo muito grande envolvido numa cerimônia de casamento e quebrá-lo também é uma tentação grande. E o cinema não vai perder a oportunidade de entreter as pessoas com isso.

Musas brasileiras também ditam moda
Por aqui, falando apenas em 2008, duas noivas de nomes famosos foram a sensação entre as casadoiras brasileiras: Sandy e Juliana Paes estão, até hoje, entre os assuntos mais procurados na internet por terem subido ao altar em cerimônias realizadas em situações absolutamente opostas. Enquanto a cantora pop, que oficializou sua união com Lucas Lima no dia 12 de setembro, promoveu uma festa para apenas 250 convidados na chácara do seu pai, a atriz global abriu as portas de sua festa lotada de gente famosa para a imprensa registrar tudo.
Mas o ano também foi de Cláudia Leitte, que deu uma festa requintada na Bahia, mas com o astral do carnaval de Salvador, e de Daniela Zurita, que chegou de carruagem com o pai na fazenda paulista onde se casou com o chef Edu Guedes em uma cerimônia de sonhos. E, chique como poucas, quem também subiu ao altar foi Isabela Fiorentino, levando o nome das amigas solteiras escrito na barra interna do seu vestido de seda pura confeccionado pelo costureiro Tufi Duek.
Não é de hoje que casamentos de famosos fazem a cabeça das noivinhas. Quem não se lembra do casamento de princesa (literalmente) de Lady Di com o príncipe Charles ou mesmo o de Ronaldo e Daniela Cicarelli – que talvez tenha proporcionado o maior vexame da história. Na vida real, no entanto, poucas noivas estão buscando inspiração no cinema, o que torna o tema ainda quase inédito, como explicam os profissionais que atuam na área. “Este ainda é um tema pouco explorado, já que a maioria das noivas ainda prefere mesmo uma festa com ar mais tradicional”, avalia a cerimonialista Renata Botelho.

segunda-feira, 22 de junho de 2009


Elas não estão mais tão sozinhas nos preparativos

Apesar de serem minoria, noivos começam a mudar de comportamento, deixam de ser passivos nos preparativos e assumem papel importante ao lado das noiva

Aline Oliveira


É manhã de feriado e o administrador Michel Pinheiro troca a praia para ir às compras com a noiva, com quem casará dentro de quatro meses, a sogra e a cunhada. Um dos destinos é uma loja especializada em produtos para festas e o objetivo é comprar caixetas especiais para os doces da festa. Pacientemente, ele ajuda a fazer contas, avaliar o custo benefício, analisar combinações de cores, conferir tudo, organizar no carrinho e ainda ficar de olho na hora do empacotamento.

Ele está atento a cada detalhe – dos doces, da decoração, das músicas e de tudo mais que está envolvido com o casório – por um motivo que parece simples: ele acha que o momento é especial demais para passar batido. “O casamento é um momento único e sagrado, só acontece uma vez na vida e tem que ser perfeito. Por isso gosto de participar de todas as decisões porque a festa também é minha”, justifica.

Quem também viveu este momento de um jeito bem diferente do tradicional foi o advogado Ricardo Almeida, que não apenas participou de tudo como planejou detalhes que tornaram a cerimônia inesquecível para os convidados e uma surpresa para a própria noiva. A personalidade detalhista, já conhecida dos amigos, também fez com que ele tivesse participação ativa na decoração da casa e nos momentos importantes que vieram depois, como a montagem do enxoval da primeira filha. “Quero fazer com que cada momento seja especial”, explica.

Michel e Ricardo sabem que são exceções à regra de que os noivos, em geral, se enfadam rápido destes preparativos, mas também têm certeza de que não são mais vozes solitárias. Assim como eles, outros noivos começam a freqüentar os escritórios dos profissionais do mercado acompanhando suas noivas na hora de planejar a festa. E mais: eles querem ter voz nas decisões, falam o que querem e não concordam com o que não gostam.

A mudança em alguns casos é tão grande que até no buquê da noiva eles querem dar “pitaco”. O decorador Wendell Rodrigues confirma que os rapazes não são muito vistos em seu escritório, mas já se deparou com um noivo que ficou no seu pé para garantir que uma flor diferente solicitada pela noiva fosse providenciada. “Eu fui prometer a ela e ele que ficou cobrando depois. Quando resolvem se envolver, se não tiver cuidado, acabam querendo tomar o lugar da noiva”, se diverte.

De acordo com a psicóloga Luciana Layse, que também atua no mercado de casamentos, esta mudança de comportamento é bem recente, mas já começa timidamente a influenciar no jeito do mercado trabalhar. Em sua loja de aluguel de roupas, ela já vê muitos noivos que chegam sozinhos, de maneira muito segura, para escolherem seu traje sem os olhos da noiva por perto. “Esta é uma das novidades no comportamento desta nova geração”, avalia.

Diferenças no comportamento têm fundo cultural
Segundo Luciana, esta diferença entre as posturas do noivo e da noiva diante da festa de casamento está relacionada diretamente com o temperamento e com as diferenças de personalidade, mas também é influenciado diretamente pela cultura. É ela que faz com que os homens se preocupem mais com o orçamento da festa e as noivas com a realização de um sonho de princesa. “Não é à toa que depois de casadas, muitas mulheres sentem falta dos tempos de noivado, quando s viviam intensamente cada detalhe deste sonho”, observa a psicóloga.
Esta participação ainda é tímida e até mesmo na preparação do novo lar, como observa o proprietário de uma loja de móveis projetados, Ismael Calet, os homens deixam quase tudo nas mãos das mulheres e só aparecem para assinar o cheque. “Em 91% dos negócios fechados nas nossas lojas, a decisão é da mulher. E é ela que sempre busca o diferencial, está ligada nos detalhes, na textura e no acabamento dos móveis”, conta.

Participação é importante para a vida a dois
Com noivos participativos ou não, no entanto, Luciana lembra que a preparação de uma festa de casamento deve sempre envolver noivo e noiva nas decisões para que o evento tenha o perfil do casal e não apenas de um dos dois. Como ela lembra, “planejar esta festa é o começo da vida a dois, é preciso experimentar dividir as coisas, lidar com valores diferentes e com os conflitos”. “É por isso que tem mesmo que perguntar o que o outro quer, combinar tudo. Este é um treinamento para a vida de casal e o comportamento neste momento dá sinais de como será depois da lua-de-mel”, alerta. O diálogo, portanto, é um bom sinal.

sexta-feira, 19 de junho de 2009



Viciadas em paixão


Existem mulheres que não conseguem ficar sozinhas... Você é uma delas?

Por Carolina Mouta • 27/05/2008

http://msn.bolsademulher.com/amor/materia/viciadas_em_paixao/32847/1


"Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!"
Florbela Espanca
Ai, a paixão! Quem nunca ficou à mercê deste sentimento que espalha calafrios pelo corpo e faz o coração palpitar mais forte? Segundo os neurocientistas, o organismo dos apaixonados produz grandes doses anfetaminas naturais como dopamina, norepinefrina e feniletilamina. São elas as responsáveis pela euforia típica que tira os nossos pés do chão, mas também podem causar dependência. Isso explica ocomportamento das pessoas incapazes de relacionamentos amorosos duradouros, sempre à procura de novas aventuras, que saltam de um parceiro para o outro. Elas são viciadas em paixão.

Para a antropóloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mirian Goldenberg, esta busca ininterrupta pela paixão faz parte de toda mulher. "De certa forma, todas nós somos viciadas em paixão, somos educadas para acreditar que é possível viver permanentemente apaixonadas e queremos isso. Somos educadas pelas novelas, filmes e romances a acreditar na paixão. Mas, na vida real, ela dura pouco com o mesmo parceiro. Assim, buscamos novas paixões, acreditando que elas podem durar. Não duram e o processo continua", explica.
Mirian diz, ainda, que este é um sintoma do comportamento contemporâneo. "O vício pela paixão é um fenômeno cultural e se torna um imperativo na sociedade moderna que valoriza o novo, a aventura e as experiências intensas". Já para a psicóloga Ana Cristina Calil, na maioria das vezes, este comportamento pode ser uma forma de não querer lidar com a dor. "As pessoas estão cada vez mais reativas, com medo de se relacionar. A troca de parceiros aponta para o medo de sofrer, de amar, como se houvesse uma correlação entre os dois", afirma a especialista.
E o pior: este temor é inconsciente. "Estas pessoas nem sempre reconhecem o medo. Ele está encoberto. As pessoas agem sem pensar. É uma forma de proteção", garante Ana Cristina. A psicóloga Clarissa Fernandes também chama atenção para as frustrações do passado. "Falhas na formação emocional básica do indivíduo, em especial na capacidade de suportar frustrações, podem ser a causa deste comportamento apresentado por algumas pessoas", esclarece.
Clarissa ainda alerta para os perigos da paixão. "A paixão é um estado alterado da consciência e pode ser bastante perturbador. O nível do sentimento pode chegar a um estágio que dizemos ser patológico, ou seja, doentio", adverte.
Vamos, então, usar duas nomenclaturas para diferenciar os tipos de paixão: a "paixão doentia" não evolui para o amor, pois se trata de um sentimento provocado por carências e dificuldades emocionais do indivíduo. Já a "paixão normal" é o enamoramento, que pode (ou não) evoluir para um amor maduro, saudável e duradouro. Este tipo de paixão é um sentimento agradável, que traz a sensação de felicidade.
Como dá para perceber, quando a paixão não é patológica, ela é positiva. Não há mal algum em ter um coração volátil, estar bem resolvida e querer alguém para dar uns beijos na boca, curtir a vida e - quem sabe? - deixar a porta aberta para o amor. Mas, para isso, a auto-estima deve estar lá em cima.
Segundo uma pesquisa feita pela professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova York, as substâncias que controlam este sentimento são encontradas juntas no corpo humano apenas durante as fases iniciais do flerte. Com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos, e toda a loucura e a atração vão sumindo. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância -, permanecendo junto.

No livro "Infiel: notas de uma antropóloga", Editora Record, a antropóloga Mirian Goldenberg mostra o frágil equilíbrio entre amor, paixão e amizade. "O ideal é que o amor se torne o sentimento mais forte sem, no entanto, fazer desaparecer a paixão. Fato quase impossível em um casamento duradouro, já que a paixão se alimenta da insegurança, da dúvida, da aventura", explica a autora. O amor vem com a endorfina, substância que dá sensação de segurança, calma e tranqüilidade, que começa a ser produzida pelo organismo depois de passado os arroubos da paixão. Aí vem também o querer ficar junto.
A designer Bárbara Miguez, 29 anos, não sente falta da endorfina que faria brotar o amor em sua vida. "Sou bem-resolvida assim. Gosto de sair com uma boa companhia, curtir, me apaixonar naquele momento. O amanhã é outro dia. Uma outra pessoa pode virar uma boa companhia e me fazer feliz. Por isso não faço a menor questão de amar, mas adoro curtir uma paixão", garante ela, que vive desde nova este comportamento. "Desde a minha adolescência não sei o que é ficar sozinha. Quando terminei o primeiro namoro, que durou três anos, as coisas fluíram na direção da paixão. Fico com uma pessoa por dois meses, outra por quatro meses... Nunca estou sozinha, sempre emendo um namorico apaixonado no outro. Vivo intensamente o relacionamentoe sou feliz assim. Tudo acaba quando começam as cobranças. Esse negócio de perguntar por que eu não liguei ou por que eu não atendi ao telefone não me atrai nem um pouco. Por isso, prefiro agir desta forma, meio sem compromisso. Na hora em que não há mais aquele furor quando nos vemos, ele vai para o canto dele e eu, para uma nova paixão", explica.
Ou estas mulheres ficam permanentemente buscando a paixão perdida, ou amadurecerem e perceberem que esse sentimento é impossível de ser alcançado, passando, então, a valorizar relações amorosas mais reais, com parceiros não idealizados e que também apostem no amor
O outro lado da moeda
A advogada Julia Oliveira, 30 anos, até faz piada: "Enquanto não encontrar o homem certo vou me divertindo com os errados!". E completa: "É claro que quero um relacionamento mais longo, que tenha futuro. Só que ainda não ouvi o click vindo do coração. Sei que esta hora irá chegar, mas enquanto não chega eu vou aproveitando os bons momentos e as boas paixões que a vida me proporciona".

Quem compartilha a opinião de Julia é a jornalista Andréia Almeida, 28 anos. "A maioria das mulheres sonha com um relacionamento que dure. Casar e ter filhos é um desejo ainda muito presente. E este é um planejamento que começa quando encontramos um parceiro que seja companheiro, cúmplice, e que possamos contar. É por isso que espero o homem da minha vida. Sei que um dia ele vai chegar!", conclui.
E para as apaixonadas de plantão que desejam mudar o quadro, eis a boa notícia: o problema tem solução. O tratamento para a "paixonite" passa por uma avaliação íntima. "Para estar harmonizado e ser feliz é preciso se conhecer. E oautoconhecimento traz o discernimento, a clareza. Ao se conhecer melhor, a pessoa tem consciência sobre o que deve ou não fazer", ensina a psicóloga Ana Cristina Calil.
Na opinião da antropóloga Mirian Goldenberg há dois caminhos que podem ser seguidos. "Ou estas mulheres ficam permanentemente buscando a paixão perdida, ou amadurecem e percebem que esse sentimento é impossível de ser alcançado, passando, então, a valorizar relações amorosas mais reais, com parceiros não idealizados e que também apostem no amor", enfatiza.
Então, o importante é se conhecer e entender suas emoções. Somente sabendo claramente o que você deseja para sua própria vida é possível resolver bem o campo amoroso e viver intensamente todas as paixões reservadas a você...

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quinta-feira, 18 de junho de 2009


Alianças: um símbolo do amor sem começo e sem fim

Cada tipo de mão exige um estilo específico para usar esta tradição, que começou com os faraós egípcios, há quase cinco mil anos


Elas fazem parte do ritual do casamento de um jeito tão especial que têm até uma pessoa exclusivamente para carregá-las até o altar. Não é sem razão que as alianças são persoangens tão significativos na cerimônia e exatamente por isso merecem um cuidado ainda mais especial na hora de serem escolhidas. Afinal, elas representam a eternidade do amor que está sendo selado naquele momento – e estarão sempre presentes na vida dos noivos, já que estarão em suas mãos pelo resto da vida.

A primeira questão a ser considerada é que a aliança deve ser escolhida – ou pelo menos ser capaz de agradar – pelos dois noivos, considerando o gosto e o estilo de ambos. Também é possível comprar um par de anéis diferentes (geralmente as noivas usam com uma pedra encrustada), mas elas devem se complementar para que o significado não se perca.

Muito além das tradicionais alianças de ouro amarelo boleadas, atualmente o mercado oferece uma enorme variedade de modelos e materiais que podem atender aos mais diferentes gostos, mas alguns cuidados devem ser tomados para evitar acidentes. Os esportistas, por exemplo, exigem alianças mais finas e arredondadas, que dificilmente vão engalhar. Já quem trabalha com as mãos deve evitar pedras e optar por modelos mais lisos e espessos.

Em todo caso, é preciso considerar que o casal vai usar as alianças por muito tempo e que ela deve continuar agradando ao longo de todo este tempo. Uma idéia para quem quer ter sempre uma aliança nova é bem comum na Europa e pode ser adotada para casais com maior poder aquisitivo: peças lisas que vão recebendo, a cada ano do casamento, um pequeno diamante incrustado. Uma sugestão inovadora.

Para durar, fique de olho no material
A qualidade do material escolhido vai interferir diretamente em outro detalhe que não pode ser esquecido: o orçamento disponível. Estima-se que se gaste com as alianças um valor equivalente a de 2 a 3% do total da festa, mas este investimento pode representar alianças lindas e novas para o resto da vida.
Para ficar de olho no tipo de material usado, toda aliança deve apresentar, na parte interna, duas marcas: uma que indica o fabricante e outra que registra quantos quilates ela tem – quanto maior o número, mais a aliança vai brilhar. E, claro, é sempre importante escolher uma joalheria de confiança e que ofereça certificado de garantia, especialmente das pedras. Quanto a elas, observe o tipo de corte da lapidação, já que é ele que determina o seu brilho.

O tipo de mãos influencia
Quanto ao tipo de mãos, uma aliança bem escolhida pode ajudar a disfarçar defeitinhos ou ter o destaque exato que os noivos querem dar a ela. Mãos grandes, por exemplo, desvalorizam alianças muito finas, enquanto dedos compridos pedem modelos com design diagonal, que dá uma ilusão de largura maior. Da mesma forma, dedos finos ficam bem com alianças mais achatadas, enquanto dedos grossos pedem modelos com cantos arredondados. Quem tem mãos pequenas pode abusar do uso de pedras. Em todos os casos, é importante lembrar que o modelo influencia no peso da peça, que repercute no seu preço.
Como é preciso considerar todas estas questões e mais o gosto e orçamento disponíveis, recomenda-se que os noivos comecem a procurar as alianças com a maior brevidade possível, sendo necessários no mínimo dois meses antes da data da festa. Afinal, eles devem olhar muitas opções, provar os modelos que mais gostam mais de uma vez, comparar preços e ainda ter tempo para mandar gravar seus nomes.

Cuidado com mãos inchadas!
Na hora da prova das alianças, deve-se prever o inchaço natural do corpo em alguns horários do dia e até em certos períodos do ano. Para as mulheres, de forma especial, é preciso considerar que as mãos incham na gravidez. Por isso, comprar um tamanho muito justo pode se transformar em um problema.
Mesmo assim, existe um certo padrão na grossura dos dedos e ele pode ser verificado com um trabalho simples: enrole-o com um barbante, marque a medida da circunferência e meça com uma régua. Cada medida corresponde a uma numeração diferente, conforme a tabela abaixo.

5,00 cm = 10
5,20 cm = 12
5,40 cm = 14
5,60 cm = 16
5,80 cm = 18
6,00 cm = 20
6,20 cm = 22
6,40 cm = 24
6,60 cm = 26
6,80 cm = 28
7,00 cm = 30
7,20 cm = 32
7,40 cm = 34
7,60 cm = 36
7,80 cm = 38
8,00 cm = 40

Faraós: um símbolo da promessa
A idéia de que círculo é uma forma geométrica que não tem começo nem fim foi a inspiração perfeita dos Faraós do Antigo Egito, que há cerca de 5 mil anos, queriam criar um símbolo de eternidade: O objeto seria usado para demonstrar uma promessa pública de honrar o contrato de casamento. De lá para cá, nos modernos anos 2000, o sinal da aliança estabelecida pelos noivos nunca perdeu seu significado de unidade perfeita, assim como o Sol, a Terra, o Universo.
A tradição, no entanto, só se firmou com os romanos, que usavam alianças de ferro, tendo o ouro como matéria prima só na Idade Média, quando também foram introduzidas pedras preciosas, especialmente o rubi e a safira, mas com preferência para o diamante. Elas passaram a ser usadas antes do casamento com a instituição do período de noivado pelo Papa Inocente III, no século 13.


quarta-feira, 17 de junho de 2009



Casamento x Internet

http://www.blogdanoiva.com.br/blog.php?categoria=13

Noivas conectadas usam e abusam da Intenet para organizar a maratona de casamento, trocar idéias e reduzir preços de serviços.

Elas não veem a hora de se vestir de branco e dizer sim diante da família e dos amigos, como fizeram suas mães, tias e avós. A diferença é que as noivas passaram a planejar tudo, do noivado à lua de mel, com ajuda da Internet. Algumas gostaram tanto que viraram cerimonialistas profissionais.

É muito comum achar uma noiva participante de lista de discussão e de comunidades no Orkut. Elas passam horas em conversas dando opiniões e desabafos antes de casar. As noivas têm um espaço só delas, para contar experiências, dar indicações e contra-indicações. Após subir ao altar algumas noivas se envolvem tanto que não conseguem largar a magia do casamento.

A cotação de preços e serviços com fornecedores já é comum para os noivos. Além de consultar sites de empresas, casas de festas, bufês, e marcar visitas por e-mail, os casais usam MSN, Google Talk e Skype para tirar dúvidas e tomar decisões. Nas listas de discussão e comunidades em redes sociais, o noivo e, principalmente, as noivas conhecem casais e fazem negociações conjuntas para economizar.

Emanuelle Missura criou em 2004 a comunidade Casar é Fácil, hoje com 14 mil membros. “Pela quantidade de tópicos, a comunidade virou uma enciclopédia de casamento”, diz. As dicas viraram livro e a ex-noiva virou empresária. “Nem todo mundo entende a noiva. Acham que ficamos repetitivas. Na comunidade, o assunto não se esgota”, defende.

Outra novidade na indústria de casamentos é a criação de sites pessoais e blogs que acompanham o planejamento da festa.

POR TAMARA MENEZES

terça-feira, 16 de junho de 2009



Tecnologia invade as festas de casamento

Equipamentos ajudam a criar um clima inovador e, de quebra, ainda garantem interação entre convidados e noivos
Aline Oliveira

http://www.noivaspb.com.br/materias.php?codigo=49&&pageNum_materias2=0

Nem só de flores, rendas e cristais é feito o vocabulário de uma noiva do século XXI. Com o constante crescimento do porte das festas de casamento observado atualmente, a preocupação e os cuidados de noivos e noivas acaba tendo que se voltar para um mundo absolutamente novo para a maioria, cheio de siglas e nomes ainda não traduzidos para o bom português, sempre referências ao que está saindo dos laboratórios e ganhando o mundo das festas. Afinal, o que seria de uma boa festa moderna se não fosse a participação pra lá de especial dos detalhes tecnológicos?

E antes de torcer o nariz para esta informação, é bom ficar antenado no que está rolando nas recepções e cerimônias mais sofisticadas da atualidade. Foi o que fez a administradora Kalina Miranda, com casamento marcado para outubro próximo, que assim que marcou a data da sua festa, começou a prestar atenção no que está acontecendo por aí. “Eu comecei meio sem entender, mas depois de conversar com alguns profissionais e perceber o que é que eu realmente queria, agora já sei o nome de todos os equipamentos”, conta entre risos.

Novidade não falta. Para se juntar às câmeras fotográficas e de vídeo, por exemplo, já estão com seu espaço garantido os telões de diversos tipos e TVs de LCD, que ajudam a levar para todos os cantos da festa os detalhes que os convidados não querem perder. Transmissão ao vivo com qualidade digital. Espalhados em locais estratégicos, estes equipamento há tempos deixaram de ser um detalhe subutilizado e têm ganhado cada vez mais funções para garantir a diversão no grande dia do casal. Assim, ele se transforma numa espécie de link entre os diversos ambientes do evento.

Uma das vantagens do LCD sobre os telões é a questão da definição da imagem, já que trata-se de um monitor de verdade e não uma projeção – apesar de que os equipamentos projetores estão ficando cada vez melhores e oferecendo uma solução muitas vezes mais barata que as TVs. Mas para quem quer garantir charme e sofisticação, a onda é mesmo o LCD, já que o equipamento exige pouco espaço e pode ser posicionado em suportes na parede. É o luxo que já invadiu as festinhas bacanas da Paraíba.

E os equipamentos de vídeo são um aliado para outra inovação do ramo do entretenimento: os VJs, que trabalham com a imagem assim como o DJ trabalha com o som. Eles mixam vídeos feitos na própria festa com fotos dos noivos e outras imagens, criando video clips exclusivos para o evento – tudo, quase sempre, produzido ali mesmo, no meio da festa. É tudo isso que faz a festa do futuro – mas que já está acontecendo nos salões de festa da Paraíba.

Iluminação eficiente e fria
Bom, mas mesmo o LCD já tem um concorrente de peso chegando ao mercado paraibano: o Led, um tipo de iluminação criada nos laboratórios para reduzir o consumo de energia, mas que, por seu efeito, também tem garantido bons resultados para quem está procurando novidade para sua festa. Ele permite a mudança de cor na iluminação sem a necessidade de usar as boas, velhas e já conhecidas gelatinas, que são adicionadas à iluminação tradicional. Assim, o efeito fica mais natural e menos mecânico. Além disso, o Led não produz o calor das lâmpadas normais, o que deixa o ambiente bem mais confortável.
No ramo de iluminação também já está disponível para festas paraibanas um equipamento que permite a personalização do jogo de luz com desenhos especiais e até os nomes dos donos da festa projetados no chão, na parede e até no teto. A novidade, que atende pelo nome de move, trabalha com lentes personalizáveis – que ainda não são tão baratas, mas estão em cada vez mais festas da cidade.
Para gerenciar todas estas novidades, as mesas de som e de luz agora são digitais e ocupam bem menos espaço, garantindo resultados mais adequados ao tipo de evento. Há dez anos elas começaram a substituir as mesas antigas e agora já são maioria em eventos de porte.

Chuva de detalhes
E não se pode esquece da chuva de papel picado, que entrou há tempos na moda, continua firme e forte, oferecendo cada vez mais cores para garantir uma explosão de alegria para momentos especiais da festa – a chegada dos noivos, a valsa, o brinde... Mesmo com o advento da bolinha de sabão, um equipamento que garante um visual romântico à festa, o papel picado continua sendo um acessório quase indispensável. Os equipamentos novos são mais silenciosos e garantem chuvas cada vez mais “vaporizadas” de papel que reflete a luz e dá um brilho todo especial ao evento.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Documentos para Casamento






Casamento Civil

Para o casamento civil, em primeiro lugar os noivos devem decidir a data do casamento e procurar o Cartório de Registro Civil mais próximo de sua residência (com pelo menos três meses de antecedência) e dar entrada no processo do casamento civil.

Documentos para casamento civil:

Para noivos brasileiros, solteiros, com mais de 18 anos é necessário:

  1. Certidão de nascimento e Cédula de Identidade (originais)
  2. Comprovante de residência (originais)
  3. Duas testemunhas


Existem casos especiais que além do que citamos acima, são pedidos aos noivos outros documentos.

Casamento de Noivos Divorciados: Cópia autenticada da Certidão de casamento anterior e da averbação do divórcio.

Casamento de Noivos Viúvos: Cópia autenticada da Certidão de casamento e da Certidão de óbito do cônjuge.

Casamento de Noivos Estrangeiros: Providenciar Certidão Consular (retirar no Consulado do país de origem) ou Certidão de Nascimento original, com carimbo da Embaixada Brasileira, feita por tradutor público juramentado e registrado em Cartório de Títulos e Documentos, ou levar uma cópia autenticada do Registro Nacional de Estrangeiros (RNE).

Casamento de Noivos Menores de Idade: Art. 1.517. O homem e a mulher com dezesseis anos podem casar, exigindo-se autorização de ambos os pais, ou de seus representantes legais, enquanto não atingida a maioridade civil.
Art. 1.520. Excepcionalmente, será permitido o casamento de quem ainda não alcançou a idade núbil (art. 1517), para evitar imposição ou cumprimento de pena criminal ou em caso de gravidez.

Cada cartório tem suas próprias normas e preços, por isso antes de tomar qualquer providência consulte o cartório de sua região.


Casamento Religioso

Para que o casamento religioso se realize sem nenhuma interferência, são necessários os seguintes documentos:

  1. Certidão de batismo atualizada, de ambos os noivos;
  2. Cópia da carteira de identidade dos noivos e padrinhos;
  3. Comprovante de freqüência do curso dos noivos;
  4. Protocolo do processo civil;
  5. Dispensa emitida pela autoridade competente, caso haja algum impedimento, como parentesco de terceiro grau, religiões diferentes, etc.;
  6. Autorização dos pais ou responsáveis para os noivos, caso sejam menores de 21 anos.

A entrada dos documentos pode ser protocolada na paróquia onde residem o noivo ou a noiva. Para casar fora de sua igreja, é necessário que os noivos solicitem a transferência para a paróquia escolhida.

Os noivos não batizados precisam procurar o pároco seis meses antes do casamento, para regularizar a situação.

O curso de noivos é condição obrigatória, procure então informações na secretaria de sua paróquia na Igreja Católica.

terça-feira, 9 de junho de 2009



Quando escolhemos um parceiro, validamos a imagem que tem de nós


http://www.caras.com.br/edicoes/813/textos/quando-escolhemos-um-parceiro-validamos-a-imagem-que-tem-de-nos/

A pessoa que fica com um companheiro que a considera burra se reconhece como burra. Por outro lado, aquela que opta por unir-se a alguém que a vê como inteligente também corrobora essa maneira de ser vista. Ocorre que muitas vezes o julgamento do outro não é confiável. É necessário bastante cuidado, portanto, para não adotar um espelho que não reflete a realidade.
por Alberto Lima*

Quando uma pessoa faz uma escolha de parceria amorosa, percebe que está elegendo alguém, mas talvez lhe escape o principal: escolher um parceiro ou uma parceira é escolher uma maneira de ser. Os exemplos abaixo ajudam a entender como isso se dá.

Maria tem João em boa conta. Ela o vê como pessoa especial, valiosa, de bom caráter. Quando João escolhe Maria como parceira, ele opta por ser especial, valioso, confiável, pois é assim que ela o vê. Ele se reconhece como portador desses atributos; afinal, experimenta conforto quando se sente percebido assim.

João namorou Clara, que o infantilizava. Tratava-o como se devesse ser monitorado em suas ações, por acreditar que era incapaz de tomar decisões e ser sensato. Orgulhava-se de ser aquela a quem ele devia gratidão por ter a vida que tinha, uma vez que, sem ela, "certamente" se meteria em encrencas.

João desfez o namoro com Clara. Ele não se reconhecia na pessoa que ela insistia em torná-lo. Clara engraçou-se com Fred. Tomando-se como dela o atributo controlador - isto é, entendendo-se não pertencer aos seus homens o traço da "controlabilidade" -, seria apenas previsível que ela o tratasse como um homem incapaz de ter vida merecedora de crédito, a menos que adestrado pela parceira. E assim foi. Clara exercia seu controle sobre Fred com impressionante fluência e com ele se casou. Fred escolheu ser controlável - e, consequentemente, controlado - quando optou por Clara como parceira de vida.

Leo vê Cristina como "burrinha". Caso firme sua relação com Leo, Cristina estará endossando a avaliação do parceiro, isto é, estará identificada com a desqualificada que ele vê. Pior: é possível que Cristina queira se "curar" da suposta burrice casando-se com Leo, o que será um ingresso certeiro para um inferno sem fim. Leo não vê a inteligência de Cristina, como não veria a de Luana, ou a de Teresa. Precisa de suas companheiras como depositárias de sua própria e não assimilada burrice. Na qualidade de esposa de Leo, Cristina aceitaria a missão de ser a pilastra na qual ele sobe para exibir seu pseudobrilhantismo.

Ser com Luisa é ser inteligente e divertido, pois é assim que ela trata o parceiro. Ser com Núbia, ao contrário, é ser imbecil. É isso que ela projeta sobre (atribui a) o parceiro, enquanto pensa que o vê. Ser com Antônio é ser merecedora de grande orgulho. É essa a mensagem que o olhar dele veicula à parceira. Ser com Luiz é ser "café com leite". Ele não consegue dissimular a visão depreciativa que tem da parceira. Ela capta isso. Resta saber se ela se ressentirá e se retirará de cena, ou se validará o diagnóstico do parceiro como espelho de sua condição.

É isso que está em jogo na escolha amorosa: aparentemente se elege alguém que pode ser bonito ou feio, limitado ou cheio de recursos. Caso se possa confiar na leitura do eleitor, isso será parte da verdade. A outra parte, e certamente a mais importante, está em que o objeto da escolha é interno, ou seja, faz-se um pacto de identidade com aquilo que se experimenta no contato com o outro, a julgar pela forma como se é visto e tratado.

Alguns olhos são espelhos de cristal; outros, espelhos distorcedores, como os que se encontram em parques de diversão. Cuidado! Alguns tratamentos ecoam uma verdade; outros, são meros vômitos. Cuidado redobrado!
* Alberto Lima, psicoterapeuta de orientação junguiana, é professor-doutor em Psicologia Clínica e autor de O Pai e a Psique (Editora Paulus) e de Alma: Gênero e Grau (Editora Devir).